Colégio Estadual de Rio Sono
Aluno: FERNANDO PESSOA
Série:
1º Ano
Turma:
A
O SER HUMANO, A RADIOATIVIDADE, OS SEUS MÚLTIPLOS USOS E CONSEQUÊNCIAS.
Este trabalho atende a uma solicitação do prof. Ednei Oliveira pela disciplina de Filosofia do Colégio estadual de Rio Sono.
Isso
para a conclusão da etapa final do ano letivo de 2012.
RIO SONO - TO
2012
(COMO REALIZOU O TRABALHO)
Metodologia
Para a realização
deste trabalho, fiz diversas pesquisas nos mais variados sites da internet.
Mediante a leitura, fui triando o material que mais me interessou e que
condizia com os temas solicitados. A partir daí, iniciei a montagem do meu
trabalho. Não foi muito fácil à realização do mesmo, pois foram tantos os
conteúdos, com tantas informações que me perdia às vezes, mas consegui montar o
trabalho e aprendi muito com o mesmo. Assim, por mais difícil que sejam as
tarefas que nos são transmitidas, mais instrutivas serão, competindo a nós,
alunos, a dedicação e o comprometimento com a realização das mesmas.
(SOBRE O QUE VAI TRATAR)
INTRODUÇÃO OU APRESENTAÇÃO
Em 1896, o francês Henri Becquerel descobriu a radioatividade,
ele estudava os efeitos da luz solar sobre determinados materiais
fluorescentes, como o minério de urânio. À espera da melhora do tempo, que se
apresentava nublado, guardou a amostra do minério numa gaveta. Ao retirá-la,
alguns dias mais tarde, Becquerel observou que a pedra havia emitido radiações
mesmo no escuro e obteve a primeira prova da existência da radioatividade
natural. Radioatividade é a propriedade que alguns tipos de átomos instáveis
apresentam de emitir energia e partículas subatômicas, o que se convenciona
chamar de decaimento radioativo ou desintegração nuclear. As teorias físicas
modernas atribuem a origem da radioatividade a um grau de instabilidade interna
do átomo (nuclídeo pai), que ao se converter em outro átomo (nuclídeo filho)
alcança maior estabilidade.
Após a descoberta da radioatividade dos minérios de
urânio por Becquerel, o casal Pierre e Marie Curie comprovou a existência de
outras substâncias com atividade radioativa. Simultaneamente com o alemão
Gerhard Carl Schmidt, o casal encontrou alto índice de radioatividade no tório.
Mais tarde, ao analisar alguns minérios de urânio, em especial as pechblendas,
Marie Curie detectou uma intensidade radioativa maior do que a observada no
urânio e supôs que esses minerais continham algum elemento químico radioativo
ainda não descoberto. Prosseguindo em suas experiências, os Curie separaram da
pechblenda um elemento 400 vezes mais radioativo que o urânio, a que chamaram
polônio, em homenagem à terra natal da cientista. Mais tarde, conseguiram
isolar a partir da pechblenda outro elemento milhares de vezes mais ativo que o
urânio, que denominaram rádio.
A pesquisa de novos materiais radioativos
prosseguiu nas décadas seguintes e resultou na descoberta de elementos até
então desconhecidos, como o actínio, isolado por André Louis Debierne, em 1899,
e por Friedrich Otto Giesel, em 1902, além do mesotório e do radiotório,
isótopos do rádio e do tório, respectivamente, descobertos por Otto Hahn.
Os estudos sobre o comportamento dessas
substâncias, junto com os avanços da teoria atômica, resultaram, durante as
primeiras décadas do século XX, numa nova concepção sobre a estrutura da
matéria e derrubaram a idéia de indivisibilidade do átomo enunciada no início
do século XIX. A hipótese estabelecida sobre a radioatividade, definida como a
desintegração dos átomos, foi reforçada com a descoberta do nêutron por James
Chadwick em 1932. Essa nova partícula, de carga elétrica neutra, complementou
uma teoria da estrutura atômica que compreende o átomo como uma conjunção
equilibrada de dois componentes: o núcleo, composto de nêutrons e prótons, partículas
elementares de carga positiva, e os elétrons, partículas fundamentais de carga
negativa, distribuídas na região extranuclear e responsáveis pelas propriedades
químicas dos elementos. Assim, a radioatividade não é senão a conseqüência de
uma perda, por parte do átomo, de alguns de seus componentes, ou a emissão de
subpartículas por desequilíbrio dos campos de energia internos.
Em 1934, o casal Frédéric Joliot e Irène Curie
(filha de Pierre e Marie Curie) anunciou a descoberta da radioatividade artificial.
Eles constataram que alguns núcleos atômicos, bombardeados com determinados
tipos de radiações de partículas, tinham sua estrutura interna alterada e
passavam a apresentar propriedades radioativas. Os procedimentos de
transmutação artificial dos elementos químicos resultaram na obtenção de
isótopos artificiais e radioativos da maioria dos átomos conhecidos e na
descoberta de numerosos átomos novos, como os transurânicos (netúnio, plutônio,
amerício etc).
O emprego de técnicas de transmutação radioativa
permite obter elementos químicos artificiais desconhecidos na natureza. De vida
extremamente curta, devido a seu caráter fortemente radioativo, esses elementos
sofrem imediatas transformações, que os convertem em elementos naturais.
(DESENVOLVIMENTO: FALAR SOBRE OS TEMAS DE FORMA CLARA)
Descoberta da radioatividade
Podemos dizer que tudo começou quando em 1895 o
físico alemão Wilhelm Konrad Roentgen (1845-1923) descobriu uma nova espécie de
radiação produzida pela descarga elétrica ocorrida em uma ampola de vidro
contendo um gás rarefeito (tubo de Crookes). Roentgen chamou esta radiação de
raios X por não saber a sua origem. Desta experiência e de
outras concluiu que os raios X, assim como a luz visível, tinham a propriedade
de sensibilizar chapas fotográficas, mas, diferentemente da luz visível, tinham
a propriedade de penetrar e atravessar objetos opa-cos (isto levou ao
desenvolvimento da fotografia por meio de raios X, a radiografia). Roentgen
também observou que o vidro da ampola onde se dava a descarga elétrica apresentava-se
fluorescente.
O cientista francês Antoine Henri Becquerel (1852-1908) ficou curioso com o aparecimento da fluorescência no vidro da ampola e, porque sabia que certos compostos de urânio brilhavam, no escuro, com luz visível, quando expostos à luz ultravioleta, começou, em fevereiro de 1896, a pesquisar se estes compostos também emitiam raios X quando expostos à ação da luz ultravioleta vinda do sol. Assim sendo, Becquerel cobriu uma chapa fotográfica com um papel preto e, por cima deste, co-locou uma pequena quantidade de sulfato duplo de uranila e potássio, K2(UO2) (SO4)2, uma substância fluorescente. Expôs tudo isso ao sol por várias horas e, ao revelar a chapa fotográfica, pôde concluir que a subs-tância sobre o papel preto tinha emitido raios, que, à semelhança dos raios X, atravessaram o papel preto. Isto deixou Becquerel muito satis-feito.
Em outra ocasião Becquerel quis repetir a experiência anterior, mas como o sol ora estava coberto, ora aparecia, desistiu de continuar o experimento e guardou todo o conjunto em uma gaveta. Como o sol não tinha aparecido nos dias seguintes, ele resolveu revelar a chapa fotográfica. Veja o que Becquerel disse: “O sol não apareceu nos dias seguintes e eu revelei as chapas fotográficas no dia 1º de março, esperando encontrar somente imagens muito fracas, que apareceram, contudo, com grande intensidade”.
A curiosidade e o espírito científico de Becquerel levaram-no a re-petir a experiência no escuro total e o mesmo resultado foi obtido. Isto provou que o sol não foi o responsável pela produção da radiação pene-trante, ou seja, que a radiação penetrante e intensa não era resultante da ação da luz solar sobre o composto de urânio. Continuando seus ex-perimentos, Becquerel verificou que qualquer composto de urânio, incluindo aqueles que não eram fluorescentes, sensibilizavam as chapas fotográficas, do mesmo modo que as substâncias fluorescentes. Veja o que Becquerel disse: “Todos os sais de urânio que estudei..., quer em forma de cristal ou em solução, deram-me resultados correspondentes. Eu chequei à conclusão de que o efeito é devido à presença do elemento urânio nestes compostos, e que o metal dava efeitos mais evidentes que seu composto. Um experimento realizado algumas semanas atrás confirmou esta conclusão; o efeito sobre chapas fotográficas, produzido pelo elemento, é muito maior do que o produzido por
um de seus sais, particularmente pelo sulfato duplo de uranila e potássio”. Desta forma esta-va, quase acidentalmente, descoberta a radioatividade (atividade de e-mitir raios), a qual não tem nenhuma relação com a fluorescência.
O cientista francês Antoine Henri Becquerel (1852-1908) ficou curioso com o aparecimento da fluorescência no vidro da ampola e, porque sabia que certos compostos de urânio brilhavam, no escuro, com luz visível, quando expostos à luz ultravioleta, começou, em fevereiro de 1896, a pesquisar se estes compostos também emitiam raios X quando expostos à ação da luz ultravioleta vinda do sol. Assim sendo, Becquerel cobriu uma chapa fotográfica com um papel preto e, por cima deste, co-locou uma pequena quantidade de sulfato duplo de uranila e potássio, K2(UO2) (SO4)2, uma substância fluorescente. Expôs tudo isso ao sol por várias horas e, ao revelar a chapa fotográfica, pôde concluir que a subs-tância sobre o papel preto tinha emitido raios, que, à semelhança dos raios X, atravessaram o papel preto. Isto deixou Becquerel muito satis-feito.
Em outra ocasião Becquerel quis repetir a experiência anterior, mas como o sol ora estava coberto, ora aparecia, desistiu de continuar o experimento e guardou todo o conjunto em uma gaveta. Como o sol não tinha aparecido nos dias seguintes, ele resolveu revelar a chapa fotográfica. Veja o que Becquerel disse: “O sol não apareceu nos dias seguintes e eu revelei as chapas fotográficas no dia 1º de março, esperando encontrar somente imagens muito fracas, que apareceram, contudo, com grande intensidade”.
A curiosidade e o espírito científico de Becquerel levaram-no a re-petir a experiência no escuro total e o mesmo resultado foi obtido. Isto provou que o sol não foi o responsável pela produção da radiação pene-trante, ou seja, que a radiação penetrante e intensa não era resultante da ação da luz solar sobre o composto de urânio. Continuando seus ex-perimentos, Becquerel verificou que qualquer composto de urânio, incluindo aqueles que não eram fluorescentes, sensibilizavam as chapas fotográficas, do mesmo modo que as substâncias fluorescentes. Veja o que Becquerel disse: “Todos os sais de urânio que estudei..., quer em forma de cristal ou em solução, deram-me resultados correspondentes. Eu chequei à conclusão de que o efeito é devido à presença do elemento urânio nestes compostos, e que o metal dava efeitos mais evidentes que seu composto. Um experimento realizado algumas semanas atrás confirmou esta conclusão; o efeito sobre chapas fotográficas, produzido pelo elemento, é muito maior do que o produzido por
um de seus sais, particularmente pelo sulfato duplo de uranila e potássio”. Desta forma esta-va, quase acidentalmente, descoberta a radioatividade (atividade de e-mitir raios), a qual não tem nenhuma relação com a fluorescência.
Tipos de Radiações
Espectro de ondas eletromagnéticas.
Radiações são ondas eletromagnéticas ou partículas
que se propagam com velocidade e energia elevada, que em contato com uma
determinada matéria produz efeitos sobre ela. No início do século XX
iniciaram-se os estudos sobre a radioatividade, posteriormente Rutherford
descobriu as partículas alfa (α) e beta (β), e a partir daí foi constatada a
existências dos raios gama (γ). As ondas
de radiação podem ser originadas a partir de fontes naturais como átomos ou por
dispositivos desenvolvidos como rádio e forno microondas. As formas de radiação
mais conhecidas e comuns no dia-a-dia são o laser, raios X, rádio AM e FM.
Após alguns estudos, as radiações foram caracterizadas por: Radiação alfa: com baixo poder de penetração; Radiação beta: com médio poder de penetração; Radiação gama: com alto poder de penetração.
Um elemento químico pode emitir de forma espontânea uma radiação e se transformar em um novo elemento químico denominando de transmutação natural. Quando isso ocorre de forma induzida denomina-se transmutação artificial. A radiação se tornou um fator preocupante desde a descoberta de reações nucleares pela humanidade, que ocorreu na Segunda Guerra Mundial com as explosões das bombas atômicas. Depois disso se tornou mais conhecida, não só pela ocorrência de acidentes, contaminações, mas como também por trazer um avanço na tecnologia: a energia nuclear. Essa energia está substituindo as geradas em hidrelétricas, usina de carvão e a energia derivada de petróleo. A radiação tem ainda sua aplicação nas áreas médica, agronômica e industrial.
Após alguns estudos, as radiações foram caracterizadas por: Radiação alfa: com baixo poder de penetração; Radiação beta: com médio poder de penetração; Radiação gama: com alto poder de penetração.
Um elemento químico pode emitir de forma espontânea uma radiação e se transformar em um novo elemento químico denominando de transmutação natural. Quando isso ocorre de forma induzida denomina-se transmutação artificial. A radiação se tornou um fator preocupante desde a descoberta de reações nucleares pela humanidade, que ocorreu na Segunda Guerra Mundial com as explosões das bombas atômicas. Depois disso se tornou mais conhecida, não só pela ocorrência de acidentes, contaminações, mas como também por trazer um avanço na tecnologia: a energia nuclear. Essa energia está substituindo as geradas em hidrelétricas, usina de carvão e a energia derivada de petróleo. A radiação tem ainda sua aplicação nas áreas médica, agronômica e industrial.
Fissão Nuclear
A fissão
nuclear consiste em separar o núcleo dos átomos. Quando isso acontece, há uma
tremenda reação química, que libera grande quantidade de energia luminosa e
calorífica.
Processo de fissão nuclear
A fissão nuclear é uma reação que ocorre no
núcleo de um átomo. Geralmente o núcleo pesado é atingido por um nêutron, que,
após a colisão, libera uma imensa quantidade de energia. No processo de fissão
de um átomo, a cada colisão são liberados novos nêutrons. Os novos nêutrons
irão colidir com novos núcleos, provocando a fissão sucessiva de outros núcleos
e estabelecendo, então, uma reação que denominamos reação em cadeia.
Um parâmetro importante para analisar a
estabilidade de um núcleo é a razão entre o número de prótons e o número de
nêutrons. Por um lado, a falta de nêutrons pode tornar a distância entre
prótons tão pequena que a repulsão se torna inevitável, resultando na fissão do
núcleo. Por outro lado, como a força nuclear é de curto alcance, o excesso de
nêutrons pode acarretar uma superfície de repulsão eletromagnética
insustentável, que também resultaria na fissão do núcleo. Assim, um dos
principais fatores para a estabilidade do núcleo é que tenhamos N = Z.
Quando o isótopo urânio-235 (235U)
recebe um nêutron, ele passa para um estado excitado que corresponde ao
urânio-236 (236U). Pouco tempo depois esse novo núcleo excitado se
rompe em dois novos elementos. Esse rompimento, além de liberar novos nêutrons,
libera uma grande quantidade de energia.
Os nêutrons provenientes do rompimento do núcleo
excitado vão encontrar novos núcleos, gerando, portanto, uma reação em
cadeia. A fim de que os novos nêutrons liberados encontrem novos núcleos,
para assim manter a reação em cadeia, após a fissão do núcleo de urânio, deve-se
ter uma grande quantidade de urânio-235. Como a concentração de urânio-235 no
mineral urânio é pouca, obtém-se o urânio 235 em grande escala através do
processo de enriquecimento do urânio.
A fissão nuclear de um átomo de urânio libera
grande quantidade de energia, cerca de 200 Mev. Se for descontrolada, a reação
será explosiva – é o que acontece com as bombas atômicas.
Fusão Nuclear
Fusão nuclear é a união dos prótons e nêutrons de
dois átomos para formar um único núcleo atômico, de peso superior àqueles que
lhe deram origem. Nesse processo, é liberada uma quantidade de energia
equivalente à diferença entre a energia de ligação do novo átomo e a soma das
energias dos átomos iniciais. São as reações de fusão nuclear que fornecem a
energia irradiada pelo Sol, pela fusão de quatro átomos de hidrogênio para
formar um átomo de hélio. Dados espectroscópicos indicam que esse astro é
constituído de 73% de átomos de hidrogênio e 26% de átomos de hélio, sendo o
restante fornecido pela contribuição de vários elementos.
Para que ocorra o processo de fusão, é necessário superar a força de repulsão elétrica entre os dois
núcleos, que cresce na razão direta da distância entre eles. Como isso só se
consegue mediante temperaturas extremamente elevadas, essas reações
também se denominam reações termonucleares. Durante muito tempo, a única reação
de fusão nuclear realizada na Terra era a utilizada na bomba de hidrogênio, em
que a explosão atômica fornece a temperatura necessária (cerca de quarenta
milhões de graus Celsius) para que a fusão tenha início.
A fusão nuclear controlada proporcionaria uma fonte
de energia alternativa relativamente barata para a produção de eletricidade e
contribuiria para poupar as reservas de combustíveis fósseis como o
petróleo, o gás natural e o carvão, que decrescem rapidamente. As reações
controladas podem ser obtidas com o aquecimento de
plasma (gás rarefeito com elétrons e íons positivos livres), mas se torna
difícil conter os plasmas nos altos níveis de temperatura requeridos para as
reações de fusão auto-sustentadas, pois os gases aquecidos tendem a expandir-se
e escapar da estrutura circundante. Experiências com reator de fusão já
foram empreendidas em vários países.
A fusão nuclear é um tipo de reação que produz
imensas quantidades de energia. Ela ocorre naturalmente no interior do Sol,
gerando a energia térmica que necessitamos para sobreviver na Terra. A temperatura
de 14.000.000 ºC (quatorze milhões de graus Celsius), os núcleos de dois átomos
de hidrogênio se fundem ou unem. No processo, um pouco de massa é perdida e
convertida em energia.
No sol, onde a fusão nuclear ocorre naturalmente,
os núcleos de tipos de gás hidrogênio se fundem formando o gás hélio e mais uma
partícula atômica chamada nêutron. Nesse processo se perde uma pequena
quantidade de massa que se converte em enorme quantidade de energia. As
temperaturas extremamente altas que existem no Sol, fazem com que este processo
se repita continuamente.
Bomba atômica
A eficácia da bomba atômica baseia-se na grande
quantidade de energia liberada e em sua toxicidade, que apresenta duas formas:
radiação e substâncias emitidas (produtos finais da reação e materiais que
foram expostos à radiação), ambas radioativas. A força da explosão é de 5 mil
até 20 milhões de vezes maior, se comparada a explosivos químicos. A temperatura
gerada em uma explosão termonuclear atinge de 10 até 15 milhões de graus
Celsius no centro da explosão.
Na madrugada do dia 16 de julho de 1945, ocorreu o
primeiro teste nuclear da história, realizado no deserto de Alamogordo, Novo México, o
chamado Trinity
test.
A explosão de
Trinity
O segundo, empregado pela primeira vez para fins
militares durante a Segunda
Guerra Mundial, foi na cidade japonesa de Hiroshima e o terceiro, na
cidade de Nagasaki. Essas
explosões mataram ao todo cerca de 155.000 pessoas imediatamente, além de
110.000 pessoas que morrerem durante as semanas seguintes, em consequência dos
efeitos da radioatividade. Além disso, suspeita-se que até hoje mais 400.000
morreram devido as efeitos de longo prazo da radioatividade.
As bombas
termonucleares são ainda mais potentes e fundamentam-se em reações de
fusão de hidrogênio ativadas
por uma reação de fissão prévia. A bomba de fissão é o ignitor da bomba de
fusão devido à elevada temperatura para iniciar o processo da fusão.
Uso da Energia Nuclear
MEDICINA NUCLEAR
A Medicina
Nuclear é a área da medicina onde são utilizados os radioisótopos, tanto em
diagnósticos como em terapias. Radioisótopos administrados a pacientes passam a
emitir suas radiações do lugar (no caso, órgão) onde têm preferência em ficar. Um
exemplo prático bem conhecido é o uso do iodo-131 (I-131), que emite
partícula beta, radiação gama e tem meia-vida de oito dias. O elemento iodo,
radioativo ou não, é absorvido pelo organismo humano preferencialmente pela
glândula tireóide, onde se concentra. O funcionamento da tireóide influi muito
no comportamento das pessoas e depende de como o iodo é por ela absorvido.
A
RADIOTERAPIA
A radioterapia
teve origem na aplicação do elemento rádio pelo casal Curie, para
destruir células cancerosas, e foi inicialmente conhecida como
"Curieterapia". Posteriormente, outros radioisótopos passaram a ser
usados, apresentando um maior rendimento. O iodo-131 também pode ser usado em
terapia para eliminar lesões, identificadas nos radiodiagnósticos da tireóide,
aplicando-se, no caso, uma dose maior do que a usada nos diagnósticos.
Radioterapia
= tratamento com fontes de radiação.
Um dos
aparelhos de radioterapia mais conhecidos é a Bomba de Cobalto, usada no tratamento contra o
câncer, e que nada tem de "bomba" (não explode). Trata-se de uma
fonte radiativa de cobalto-60 (Co-60), encapsulada ou "selada"
(hermeticamente fecha-da) e blindada, para impedir a passagem de radiação. Até
bem pouco tempo, para este fim, eram utilizadas fontes de césio-137, que foram
substituídas pelas de cobalto-60, que, entre outras razões técnicas, apresentam
maior rendimento terapêutico.
A irradiação é a exposição de um objeto ou de um
corpo à radiação.
Portanto, pode
haver irradiação sem existir contaminação, ou seja, sem contato entre a fonte
radiativa e o objeto ou corpo irradiado. No entanto, havendo contaminação
radioativa (= presença de material radioativo), é claro que haverá irradiação
do meio contaminado. Não se deve confundir o efeito (construtivo ou destrutivo)
da radiação com o fato de tornar radioativo um material, só possível por outros
processos (em Reatores Nucleares ou ace-leradores de partículas).
APLICAÇÕES
NA AGRICULTURA
É possível
acompanhar, com o uso de traçadores radioativos, o metabolismo das plantas,
verificando o que elas precisam para crescer, o que é absorvido pelas raízes e
pelas folhas e onde um determinado elemento químico fica retido. Uma planta que
absorveu um traçador radioativo pode, também, ser "radiografada", permitindo
localizar o radioisótopo. Para isso, basta colocar um filme, semelhante ao
usado em radiografias e abreugrafias, sobre a região da planta durante alguns
dias e revelá-lo. Obtém-se o que se chama de autorradiografia da planta.
APLICAÇÕES
NA INDÚSTRIA
A aplicação de
radioisótopos mais conhecida na indústria é a radiografia de peças metálicas ou
gamagrafia industrial.
DATAÇÃO
POR CARBONO-14
O C-14 resulta
da absorção contínua dos nêutrons dos raios cósmicos pelos átomos de nitrogênio
nas altas camadas da atmosfera. Esse isótopo radioativo do carbono se combina
com o oxigênio, formando o CO2 , que
é absorvido pelas plantas. Fósseis de madeira, papiros e animais contêm C-14,
cuja meia-vida é de 5.600 anos. Isso significa que, a cada 5.600 anos, a
atividade do C-14 é reduzida à metade. Medindo-se a proporção de C-14 que ainda
existe nesses materiais é possível saber a "idade" deles. Foi assim,
por exemplo, que se determinou a idade dos Pergaminhos do Mar Morto.
OS
RAIOS-X
Os raios-X são
radiações da mesma natureza da radiação gama (ondas eletromagnéticas), com
características idênticas. Só difere da radiação gama pela origem, ou seja, os
raios-X não saem do núcleo do átomo.
Raios-X
não é energia nuclear
Os raios-X são
emitidos quando elétrons, acelerados por alta voltagem, são lançados contra
átomos e sofrem frenagem, perdendo energia. Não têm, pois, origem no núcleo do átomo.
Raios-X
são energia atômica
Toda energia
nuclear é atômica, porque o núcleo pertence ao átomo, mas nem toda energia
atômica é nuclear. Outro exemplo de energia atômica e não nuclear é a energia
das reações químicas (liberadas ou absorvidas).
Acidentes Nucleares
(Chernobyl)
A descoberta da energia atômica em nosso século
deveria ter sido uma bênção para a humanidade. E teria sido realmente, se ela
tivesse se desenvolvido até aqui de maneira certa.
Como não foi esse o caso, é claro que a descoberta
dessa energia foi dirigida para caminhos errados. Daí nasceu à bomba atômica e
os "aperfeiçoamentos" que se seguiram, como a bomba de hidrogênio, as
armas nucleares táticas, os mísseis balísticos intercontinentais de ogivas
múltiplas, a bomba de nêutrons, os mísseis lançados de submarinos, o projeto
guerra nas estrelas, à bomba termonuclear de cobalto (aparentemente ainda não
desenvolvida), que alguns cientistas temem poder deslocar o eixo da Terra se
detonada, etc.
De qualquer forma, o que já ocorreu na segunda
metade deste século em matéria de acidentes nucleares fornece uma boa amostra
dos perigos a que a humanidade ficou exposto nas últimas décadas. Como em todos
os outros efeitos retroativos do Juízo Final, também os acidentes nucleares
jamais poderão atingir arbitrariamente pessoas inocentes, isto é, que não tragam
em si um carma para isso.
Vamos ver os principais acidentes nucleares até
hoje registrados (abril de 1998):
- Em
1957 escapa radioatividade de uma usina inglesa situada na cidade de
Liverpool. Somente em 1983 o governo britânico admitiria que pelo menos 39
pessoas morreram de câncer, em decorrência da radioatividade liberada no
acidente. Documentos secretos recentemente divulgados indicam que pelo
menos quatro acidentes nucleares ocorreram no Reino Unido em fins da
década de 50.
- Em
setembro de 1957, um vazamento de radioatividade na usina russa de
Tcheliabinski contamina 270 mil pessoas.
- Em
dezembro de 1957, o superaquecimento de um tanque para resíduos nucleares
causa uma explosão que libera compostos radioativos numa área de 23 mil km2.
Mais de 30 pequenas comunidades, numa área de 1.200 km², foram riscadas do
mapa na antiga União Soviética e 17.200 pessoas foram evacuadas. Um
relatório de 1992 informava que 8.015 pessoas já haviam morrido até aquele
ano em decorrência dos efeitos do acidente.
- Em
janeiro de 1961, três operadores de um reator experimental nos Estados
Unidos morrem devido à alta radiação.
- Em
outubro de 1966, o mau funcionamento do sistema de refrigeração de uma
usina de Detroit causa o derretimento parcial do núcleo do reator.
- Em
janeiro de 1969, o mau funcionamento do refrigerante utilizado num reator
experimental na Suíça, inunda de radioatividade a caverna subterrânea em
que este se encontrava. A caverna foi lacrada.
- Em
março de 1975, um incêndio atinge uma usina nuclear americana do Alabama,
queimando os controles elétricos e fazendo baixar o volume de água de
resfriamento do reator a níveis perigosos.
- Em
março de 1979, a usina americana de Three Mile Island, na Pensilvânia, é
palco do pior acidente nuclear registrado até então, quando a perda de
refrigerante fez parte do núcleo do reator derreter.
- Em
fevereiro de 1981, oito trabalhadores americanos são contaminados, quando
cerca de 100 mil galões de refrigerante radioativo vazam de um prédio de
armazenamento do produto.
- Durante
a Guerra das Malvinas, em maio de 1982, o destróier britânico Sheffield
afundou depois de ser atingido pela aviação argentina. De acordo com um
relatório da Agência Internacional de Energia Atômica, o navio estava
carregado com armas nucleares, o que põe em risco as águas do Oceano
Atlântico próximas à costa argentina.
- Em
janeiro de 1986, um cilindro de material nuclear queima após ter sido
inadvertidamente aquecido numa usina de Oklahoma, Estados Unidos.
- Em
abril de 1986 ocorre o maior acidente nuclear da história (até agora),
quando explode um dos quatro reatores da usina nuclear soviética de
Chernobyl, lançando na atmosfera uma nuvem radioativa de cem milhões de
curies (nível de radiação 6 milhões de vezes maior do que o que escapara
da usina de Three Mile Island), cobrindo todo o centro-sul da Europa. Metades
das substâncias radioativas voláteis que existiam no núcleo do reator
foram lançadas na atmosfera (principalmente iodo e césio). A Ucrânia, a
Bielorússia e o oeste da Rússia foram atingidos por uma precipitação
radioativa de mais de 50 toneladas. As autoridades informaram na época que
31 pessoas morreram 200 ficaram feridas e 135 mil habitantes próximos à
usina tiveram de abandonar suas casas. Esses números se mostrariam depois
absurdamente distantes da realidade, como se verá mais adiante.
- Em
setembro de 1987, a violação de uma cápsula de césio-137 por sucateiros da
cidade de Goiânia, no Brasil, mata quatro pessoas e contamina 249. Três
outras pessoas morreriam mais tarde de doenças degenerativas relacionadas
à radiação.
- Em
junho de 1996 acontece um vazamento de material radioativo de uma central
nuclear de Córdoba, Argentina, que contamina o sistema de água potável da
usina.
- Em
dezembro de 1996, o jornal San Francisco Examiner informa que uma
quantidade não especificada de plutônio havia vazado de ogivas nucleares a
bordo de um submarino russo, acidentado no Oceano Atlântico em 1986. O
submarino estava carregado com 32 ogivas quando afundou.
- Em
março de 1997, uma explosão numa usina de processamento de combustível
nuclear na cidade de Tokai, Japão, contamina 35 empregados com
radioatividade.
- Em
maio de 1997, uma explosão num depósito da Unidade de Processamento de
Plutônio da Reserva Nuclear Hanford, nos Estados Unidos, libera
radioatividade na atmosfera (a bomba jogada sobre a cidade de Nagasaki na
Segunda Guerra mundial foi construída com o plutônio produzido em
Hanford).
- Em
junho de 1997, um funcionário é afetado gravemente por um vazamento
radioativo no Centro de Pesquisas de Arzamas, na Rússia, que produz armas
nucleares.
- Em
julho de 1997, o reator nuclear de Angra 1, no Brasil, é desligado por
defeito numa válvula. Segundo o físico Luiz Pinguelli Rosa, foi "um
problema semelhante ao ocorrido na usina de Three Mile Island", nos
Estados Unidos, em 1979.
- Em
outubro de 1997, o físico Luiz Pinguelli adverte que estava ocorrendo
vazamento na usina de Angra 1, em razão de falhas nas varetas de
combustível. Na época ele declara: "Está ocorrendo vazamento há
muito tempo. O nível de radioatividade atual é progressivo e está
crítico”.
"Tudo foi dado à humanidade. Assim também a
chave para essa inesgotável fonte de energia. Riquíssimas bênçãos poderiam ela
ter colhido, se não se tivesse colocado sempre e sempre de novo contra a
Vontade de Deus. Assim, também a energia atômica contribuirá para a purificação
no Juízo."
( O QUE ENTENDEU/APRENDEU)
CONSIDERAÇÕES OU CONCLUSÃO
Em 1896,
o francês Henri Becquerel descobriu a radioatividade,
ele estudava os efeitos da luz solar sobre determinados materiais
fluorescentes, como o minério de urânio.
Em 1895 o
físico alemão Wilhelm Konrad Roentgen (1845-1923) descobriu uma nova espécie de
radiação produzida pela descarga elétrica ocorrida em uma ampola de vidro
contendo um gás rarefeito (tubo de Crookes). Roentgen chamou esta radiação de
raios X.
Com este trabalho aprendi que radioatividade
é a propriedade que alguns tipos de átomos instáveis apresentam de emitir
energia e partículas subatômicas, o que se convenciona chamar de decaimento
radioativo ou desintegração nuclear. Aprendi que a fissão nuclear é uma reação que ocorre no núcleo de um átomo.
Geralmente o núcleo pesado é atingido por um nêutron, que, após a colisão,
libera uma imensa quantidade de energia. Assim como a Fusão nuclear é a união
dos prótons e nêutrons de dois átomos para formar um único núcleo atômico, de
peso superior àqueles que lhe deram origem. No que diz respeito aos tipos de
radiação, fiquei ciente de três tipos (Radiação
alfa: com baixo poder de penetração; Radiação beta: com médio poder de penetração; Radiação gama: com alto poder de
penetração).
Quanto
à utilização da radiatividade, é usada na medicina nuclear, na agricultura, na
indústria, na datação por carbono 14 e raios x.
O
que me deixou um pouco triste com esse trabalho, foi saber que ocorreram
diversos acidentes nucleares no mundo desde a descoberta da radioatividade. Os
acidentes que mais me chocaram foram: Chernobyl – Rússia, 1986 e Fukushima – Japão, 2011.
Contudo, esse trabalhou mostrou-me os benefíois e os malefícios da
descoberta da radioatividade. A descoberta dessa energia foi dirigida para
caminhos errados. Daí nasceu à bomba atômica e os "aperfeiçoamentos"
que se seguiram, como a bomba de hidrogênio, as armas nucleares táticas, os
mísseis balísticos intercontinentais de ogivas múltiplas, a bomba de nêutrons,
os mísseis lançados de submarinos, o projeto guerra nas estrelas, à bomba
termonuclear de cobalto (aparentemente ainda não desenvolvida), que alguns
cientistas temem poder deslocar o eixo da Terra se detonada, etc. Isso
evidencia que a ciência está a serviço da humanidade e em prol do caos da mesma
por meio da tecnologia armamentista. Mero imperialismo mundial.
( ONDE E QUANDO PESQUISOU SOBRE O ASSUNTO)
Referências
Acidente
nuclear no Japão. Disponível em:< http://www.vestibulandoweb.com.br/fisica/teoria/acidente-nuclear-japao-2011.asp>. Acesso
em 04 de out de 2012.
Acidentes nucleares registrados. Disponível em: <http://www.library.com.br/Filosofia/nucleare.htm>. Acesso em 04 de out de 2012.
Acidentes
nucleares. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Acidente_nuclear>.
Acesso em
04 de out de 2012.
Aplicação da energia nuclear. Disponível em: < http://www.cultura.com.br/radiologia/diversos/ApEdAplica%C3%A7%C3%A3o.htm>. Acesso em 04 de out de 2012.
Cavalcante, Kléber. Acidentes nucleares. Disponível em: < http://www.brasilescola.com/fisica/acidentes-nucleares.htm>. Acesso
em 04 de out de 2012.
Energia
solar. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/50286730/Energia-Solar>.
Acesso em
04 de out de 2012.
Fogaça, Jennifer Rocha Vargas. Tipos de radiações. Disponível em: <http://www.alunosonline.com.br/quimica/tipos-radiacoes.html>. Acesso em 04 de out de 2012.
Fusão
nuclear. Disponível em <http://www.coladaweb.com/fisica/fisica-nuclear/fusao-nuclear>.
Acesso em
04 de out de 2012.
História
dos raios. Disponível em: <http://raios-ultravioleta.info/mos/view/A_Hist%C3%B3ria_dos_Raios/>.
Acesso em
04 de out de 2012.
Luciana. Radioatividade.
Disponível em: HTTP/< http://www.coladaweb.com/quimica/quimica-nuclear/radioatividade>
Acesso em 04 de out de 2012.
Os descobridores da radiação. Disponível
em: < http://www.grupoescolar.com/pesquisa/descoberta-da-radioatividade.html>.
Acesso em
04 de out de 2012.
ANEXOS
FIGURA 1
- Usinas nucleares em 31 países com ao todo 438 reatores produzindo a potência elétrica total de 372 GW.
País
|
Em funcionamento
|
Desligado
|
Em construção
|
Geração de
energia elétrica |
|||||||
Nú-
mero |
Potência
líquida em MW |
Potência
bruta em MW |
Nú-
mero |
Potência
líquida em MW |
Potência
bruta em MW |
Nú-
mero |
potência
líquida em MW |
Potência
bruta em MW |
2006
em TWh |
Percen-
tagem em % |
|
2
|
1.800
|
1.888
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
10,1
|
4
|
|
12.004
|
12.607
|
27
|
14.365
|
15.083
|
–
|
–
|
–
|
158,7
|
26
|
||
2
|
935
|
1.005
|
–
|
–
|
–
|
1
|
692
|
745
|
6,9
|
7
|
|
1
|
376
|
408
|
1
|
376
|
408
|
–
|
–
|
–
|
2,4
|
42
|
|
7
|
6.092
|
5.801
|
1
|
11
|
12
|
–
|
–
|
–
|
44,3
|
54
|
|
2
|
1.901
|
2.007
|
–
|
–
|
–
|
1
|
1.405
|
1.500
|
13,8
|
3
|
|
2
|
1.906
|
2.000
|
4
|
1.632
|
1.760
|
2
|
1.906
|
2.000
|
18,1
|
44
|
|
18
|
12.584
|
13.360
|
–
|
–
|
–
|
7
|
3.046
|
3.243
|
92,4
|
16
|
|
–
|
–
|
–
|
1
|
52
|
90
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
|
11
|
8.587
|
9.078
|
–
|
–
|
–
|
5
|
4.220
|
4.534
|
54,8
|
2
|
|
20
|
16.810
|
17.716
|
–
|
–
|
–
|
4
|
3.800
|
4.000
|
141,2
|
39
|
|
5
|
2.034
|
2.200
|
2
|
518
|
584
|
–
|
–
|
–
|
16,6
|
57
|
|
1
|
666
|
730
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
5,3
|
40
|
|
8
|
7.450
|
7.728
|
2
|
621
|
650
|
–
|
–
|
–
|
57,4
|
20
|
|
104
|
99.210
|
105.664
|
28
|
9.764
|
10.296
|
1
|
1.165
|
1.218
|
787,2
|
19
|
|
4
|
2.676
|
2.780
|
–
|
–
|
–
|
1
|
1.600
|
1.720
|
22,0
|
20
|
|
59
|
63.363
|
66.130
|
11
|
3.951
|
4.098
|
1
|
1.600
|
1.650
|
428,0
|
78
|
|
1
|
482
|
515
|
1
|
55
|
58
|
–
|
–
|
–
|
3,3
|
4
|
|
4
|
1.755
|
1.866
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
12,5
|
38
|
|
17
|
3.732
|
3.900
|
–
|
–
|
–
|
6
|
2.910
|
3.160
|
15,6
|
3
|
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
1
|
915
|
1.000
|
–
|
–
|
|
–
|
–
|
–
|
4
|
1.423
|
1.472
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
|
56
|
566
|
624
|
1
|
866
|
912
|
291,5
|
30
|
||||
1
|
1.185
|
1.300
|
1
|
1.185
|
1.300
|
–
|
–
|
–
|
8,7
|
70
|
|
2
|
1.360
|
1.364
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
10,4
|
5
|
|
2
|
425
|
462
|
–
|
–
|
–
|
1
|
300
|
325
|
2,5
|
3
|
|
19
|
10.982
|
11.902
|
26
|
3.324
|
3.810
|
–
|
–
|
–
|
69,2
|
19
|
|
6
|
3.538
|
3.742
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
24,5
|
32
|
|
2
|
1.310
|
1.412
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
5,2
|
9
|
|
31
|
21.743
|
23.242
|
5
|
786
|
849
|
7
|
4.585
|
4.876
|
144,3
|
16
|
|
10
|
8.916
|
9.275
|
3
|
1.210
|
1.242
|
–
|
–
|
–
|
65,0
|
48
|
|
5
|
3.220
|
3.372
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
–
|
26,3
|
37
|
|
6
|
4.884
|
5.144
|
–
|
–
|
–
|
2
|
2.600
|
2.700
|
37,0
|
22
|
|
15
|
13.107
|
13.835
|
4
|
3.500
|
3.800
|
2
|
1.900
|
2.000
|
84,8
|
48
|
|
Mundo
|
432
|
362.626
|
382.858
|
125
|
43.339
|
46.407
|
42
|
32.105
|
34.083
|
2.660
|
17
|
FIGURA 2
FIGURA 3 - Radiação Solar nas Capitais
BrasileirasAntes de atingir o solo, as características da radiação solar
(intensidade, distribuiçãoespectral e angular) são afetadas por interações com
a atmosfera devido aos efeitos deabsorção e espalhamento. Estas modificações
são dependentes da espessura da camadaatmosférica, também identificada por um
coeficiente denominado "Massa de Ar" (AM), e,portanto, do ângulo
Zenital do Sol, da distância Terra-Sol e das condições atmosféricas
emeteorológicas
BOM TRABALHO!
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