domingo, maio 05, 2013

EVANGELHO


Dia do Evangélico é comemorado em todo Brasil, mas só em Brasília é feriado
No Twitter diversas pessoas reclamaram da lei federal que estabelece o último dia de novembro como Dia do Evangélico
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No dia 30 de novembro é comemorado o Dia Nacional do Evangélico, o decreto de Lei Nº 12.328 foi sancionado no ano de 2010 pelo presidente Lula, mas não institui um feriado nem ponto facultativo no Brasil.
A data já faz parte do calendário oficial de Brasília sendo que lá no Distrito Federal é feriado local, por isso vários órgãos deixam de prestar serviço, segundo informa alguns veículos noticiosos.
A instituição da data levanta polêmicas, de um lado pessoas que não aceitam que os evangélicos precisam de um dia no calendário oficial, já que outras religiões não possuem uma data para serem lembradas. De outro lado líderes cristãos que desejavam que o dia 30 se tornasse feriado nacional.
O tema Dia do Evangélico foi um dos mais comentados no Twitter, entre chacotas e discussões muitas pessoas se manifestaram a respeito do que significa a data. “Dia do Evangélico? Não deveríamos ter dia nenhum. Todos os nossos dias devem ser do Senhor Jesus Cristo! A Ele toda a honra e toda a glória!”, escreveu Ciro Sanches Zibordi.
“Dia do Evangélico é a coisa mais tosca que já vi. Vamos viver o evangelho”, escreveu Thiago Matso, que atualiza o perfil Profetirando.
Tatiana Marinho do blog Crente Sem Glamour também resolveu escrever sua opinião sobre a data comemorativa: “A marca do cristão é o amor. A marca do evangélico é a vitória! Qual dos dois você tem? #DiadoEvangélico”.

O dia do evangélico, criado por um deputado evangélico, patrocinado por evangelicos

http://ceticismo.net/wp-content/uploads/homer_bible.jpgMal acabei de publicar um artigo que tratava dos malefícios da inoculação da religião na mente das crianças, eis que somos brindados com mais uma notícia vinda do Planeta Bíblia, publicada no UOL Notícias hoje (26/08), em que os “digníssimos” deputados – os quais, supostamente, deveriam nos representar adequadamente –, tiveram a “brilhante” idéia de criar uma data comemorativa (como coisa que não tenhamos centenas delas) batizada como Dia do Evangélico!
É, vocês leram certo: Dia do Evangélico. Vamos dar uma lida aqui na íntegra a notícia, e em seguida farei meus comentários a respeito do assunto, já que o André teve um ataque de risos e está incapacitado de escrever sobre este monte de idiotices.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou hoje o projeto de lei 3541/08, do deputado Cleber Verde (PRB-MA), que institui o Dia Nacional do Evangélico em 30 de novembro de cada ano. O projeto não impõe um feriado nessa data. Atualmente, o Distrito Federal e o Amapá consideram a data como feriado.
Aprovado em caráter conclusivo, o projeto seguirá para o Senado, a menos que haja recurso de 51 deputados para que seja votado pelo plenário.
Segundo o autor, o objetivo é homenagear esse segmento, que vem crescendo substancialmente em todo o país.
“De acordo com pesquisas do IBGE, os evangélicos representam hoje 20,3% da população brasileira. Esse percentual corresponde a mais de 34 milhões de pessoas”, afirma. Citando reportagem da revista Veja, ele afirma que o país mais católico do mundo está cada vez mais evangélico.
O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), comemorou a aprovação e ressaltou que não haverá feriado nessa data, mas um dia para celebrar a espiritualidade de uma parte importante dos brasileiros.
O projeto também colocava a data no calendário oficial do Congresso Nacional, quando não haveria votações, apenas homenagens à religião evangélica. Após debate na comissão, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) considerou inconstitucional a medida e a retirou do projeto.
Então, se entendemos direito, essa data foi criada para “celebrar a espiritualidade de uma parcela importante dos brasileiros”. Vamos analisar isso direito.
Primeiro de tudo, qual a necessidade de se criar um dia para homenagear uma determinada religião? Para fazer o que exatamente? Para os que se dizem evangélicos faltarem ao trabalho? Ou fazerem um culto na igreja para comemorar (como se já não bastassem os cultos que acontecem todos os dias, em vários horários diferentes e em alto e péssimo som – motivo de MUITAS reclamações por violação à Lei do Silencio e Lei dos Crimes Ambientais por poluição sonora). Ou se acharem especiais? Ou que tem um valor a mais em relação ao resto da população brasileira?
Eu quero saber por que é que os evangélicos ganharam um dia dedicado só para eles, enquanto que eu, em minhas pesquisas usando o Todo Poderoso Google, não encontrei nenhuma referência a um Dia do Católico, Dia do Judeu, Dia do Ateu, Dia do Agnóstico, Dia do Budista, Dia do Islâmico, Dia do Animista, Dia do Candomblé, Dia dos Orixás, Dia dos Sikhs, Dia dos Hindus, Dia dos Jainistas, Dia dos Confuncionistas etc. Não vale mencionar o Dia da Consciência Negra, pois é extensivo a qualquer religião, e serve pra fazer a sovciedade meditar sobre os arroubos históricos que aconteceram, reduzindo a participação do negro na sociedade ou quaisquer outros palavrórios desnecessários num país que tem feriados em excesso.
Se algum de nossos leitores encontrarem um desses dias, por favor, avise-nos! Mas tem de ser uma data em âmbito nacional, não um feriadinho municipal em que ninguém dá a mínima importância.
Assim, eu reforço o questionamento: Por que somente os evangélicos?
Só porque os evangélicos tinham um deputado evangélico para ajudá-los (João Campos, da Frente Parlamentar Evangélica – não fiquem pensando que o Estado é laico, como diz a nossa Constituição Federal – e dêem uma boa olhada sobre o que é essa FPE clicando aqui).
Além do mais, também tiveram a ajuda do poder do dinheiro. Como todos já sabem, houve aquele escândalo envolvendo dinheiro e a fé (bem, na verdade, foram muitos escândalos), colocando o “bom nome” (rsrsrs) da IURD na lama (não me lembro se alguma vez já esteve fora da lama), e o destino dos dízimos arrecadados com muito “suor e lágrimas” por parte dos pastores e obreiros no qual são enviados a paraísos fiscais fora do Brasil e sendo reenviados de volta para as contas bancárias dos pastores humildes e modestos, para ajudar em suas “obras”, já que um certo bispo precisa de ajuda financeira para manter o seu bloguinho de 107 mil reais, não é mesmo? Sem contar as inúmeras outras igrejas, que também participam da mesma ciranda financeira, em que cultuam Mammon com toda glória e poder para sempre!
Só falta mesmo uma pequena estátua de Ganesh nas cabeceiras das camas dos pastores, para pedirem a bênção divina de ganhar mais, mais, mais (não confundam com um orgasmo). Não digo que colocam uma  pequena estátua de Buda, porque aí precisariam colocar moedinhas em volta, e eles não podem deixar escapar um centavinho, em honra de nóssinhô.
Mas, desviando um pouquinho do assunto, onde exatamente está a “espiritualidade” dos evangélicos? Não é raro que leiamos inúmeras noticias envolvendo escândalos de fiéis depredando centros espíritas ou apresentando intolerância com o candomblé, mulheres enlouquecidas invadindo igrejas para destruírem imagens de santos católicos, desrespeito a quem simplesmente não quis seguir religião nenhuma, pastores que surrupiam símbolos  e invenções de outras religiões (menorás, fogueiras santas, copo de água em cima da TV, óleos santos, sessões de desencapetamento – em que o pastor conversa amigavelmente com o “diabo” desencarnado – para entretenimento da platéia crente, arrudas, rosas que murcham, sal para afastar os maus espíritos, etc) e sem contar a falta de criatividade dos mesmos crentes quando inventam as músicas gospel (com as suas bandas de White Metal, Funk Gospel, etc.. com as suas letras de mau gosto e extremamente repetitivas que até fariam o fã mais fanático do Abbas vomitar de tanta nojeira)?
Ou então, qual exatamente a espiritualidade dos evangélicos, em que o que mais se prega é a chamada Teologia da Prosperidade? Aquilo em que o evangélico se sente coagido socialmente dentro de uma igreja (através de olhares feios, recriminação, chamadas por parte do pastor, etc) a dar – por livre e espontânea pressão – um dízimo para a “obra” com a promessa de que o deus evangélico vai dar em dobro (imagino que esse ser deve estar com montanhas e montanhas de faturas para pagar em dobro, e todas devidamente remetidas para o divino arquivo), agüentar músicas altíssimas de rachar os tímpanos (e também dos pobres mortais que tiveram o azar desastroso de morar perto de um templo – ou seriam casas de alvenaria mal-feitas de tijolo e cimento de reboco? Acho que vou perguntar ao pessoal da Renascer), gritaria e algazarras pouquíssimo compreensíveis, recitações incessantes de determinados versículos (e isso as vezes me lembra as crianças fazendo a mesma coisa em madrassas islâmicas – recitando sem parar e sem tempo para pensarem no que exatamente estão fazendo e quando percebem, já é tarde demais, já viraram fanáticos sem mente, uns zumbis), além de repetição ad nauseam de argumentos e falácias para disseminar a ignorância (criacionismo é uma delas, por exemplo).
O melhor de tudo é que Jesus proibia veemente nisso em Mateus, cap. 6 (obrigado, André). Não que eu acredite naquele monte de tolices, mas os evangélicos deveriam cumprir o que a religião deles prega, não é? Se nem eles acreditam nas palavras de seu G-zuis, como esperam que EU acredite?
Sem contar a posição evangélica de discriminação contra os homossexuais. Eles querem ter o direito de discriminar, como já sabem, baseado na “divina palavra” de um deus homofônico, machista, genioso, violento, colérico e até mesmo satânico (quem leu o Velho Testamento, sabe do que estou falando).
A escravidão também era permitida por um “direito divino” e regulamentada pelo “bom livro” em como tratar o escravo (leia-se surrar, humilhá-lo, prendê-lo, vendê-lo), e clérigos de boa fé apoiavam o tráfico negreiro, até que homens de boa vontade se levantaram e lutaram pela liberdade deles (William Wilberforce deu inicio à luta na Inglaterra e depois se espalhou pelo mundo). Hoje em dia, esta imoralidade é proibida em quase o mundo inteiro. Infelizmente, ainda existem rincões obscuros na África, patrocinada por muçulmanos (que alegam ter o mandato do Alcorão para isso, e mostram-se iguais aos cristãos, já que religião é tudo igual). Não vamos nos esquecer que ela foi abolida há pouco mais de cem anos, e que na Guerra Civil Americana, os que mais resistiram contra a abolição da escravatura eram os estados do Sul, que eram os mais religiosos da América (e não deveriam eles ser os primeiros a darem um exemplo humanitário?)… e depois, tivemos o problema em emancipar a mulher… no qual eram contra, por motivos bíblicos.  O resto da história já sabemos, não é mesmo?
Onde é que está mesmo a “espiritualidade”? Em um povo evangélico no qual o mesmo IBGE que citam que são 20%, também são aqueles que possuem a maioria de seus membros nas classes D e E na escala social brasileira, são os que possuem a menor renda per capita (comparada com os membros de outras religiões), além de menor taxa de escolaridade  E para piorar, são os que mais dão dízimos… em comparação com as demais religiões. As populações carcerárias são, em sua maioria, de religiosos; haverá alguma relação nisso? Eles se converteram lá dentro? Mas muitos são reincidentes. Como fica?
E só para apimentar mais um pouquinho, basta consultarem os sites jurídicos e pesquisarem por casos de intolerância religiosa, e verão que os evangélicos são réus na esmagadora maioria dos casos ocorridos no Brasil, como pode-se notar nos links que colocamos acima, publicados por nós e devidamente embasados com fontes.
E que retorno tiveram ? Isso, meus leitores, cabe a vocês mesmos decidirem!
Quem domina os fundamentos de estatística sabe muito bem que crescimentos que começam a partir de uma base pequena são sempre exponenciais no começo, mas depois de algum tempo, arrefecem e estagnam dentro de um determinado patamar. Por isso, não dá para levar a sério a afirmação da VEJA que alega que os “evangélicos serão metade da população”, porque o mesmo IBGE já identificou sinais de arrefecimento do crescimento populacional dos evangélicos (que só crescem de um grupo religioso já existente e isso significa que não existem conversões espontâneas do nada), e esperemos por novidades no Censo de 2010! Aliás, o que é a VEJA? Um lixo peseudointelectual, lido por mentes tacanhas, metidas a intelectuais, mas que são mesquinhas, tolas e completamente desajuizadas, que acreditam em qualquer besteira sem questionar.
Azar o dela, aqui questionamos, E MUITO! Querem questionar o nosso site? POR FAVOR, FAÇAM ISSO! Questionem, busquem fontes, estudem, dialoguem conosco. Mas sem proselitismo de igreja de portinha. Com ebasamento e estudfo, estamos sempre prontos para um bom debate.
Agora, por um acaso vocês sabem qual é o grupo que mais cresce no Brasil, em termos brutos? O grupo dos sem-religião! Pessoas cansadas de ver o mundo desse jeito e olham pra cima se perguntando qual o significado de tamanha intolerãncia e desavença entre as pessoas. Eu nunca permitiria que meus filhos brigassem entre si. Apartaria-os na hora e faria com que eles entrassem em acordo sem briga ou dor. Serei melhor que um deus tribal da Idade do Bronze? Acho que sim…
Então, uma vez pergunto… para que mesmo o Dia do Evangélico? Não vamos nos esquecer de que o Estado é laico, segundo a Constituição Federal. E se há um dia para esta classe de religioso, então vamos propor que TODAS as religiões também tenham o seu dia para garantir o principio de igualdade e isonomia para todos. Dia do Evangélico pra deputado vagabundo não trabalhar é o cúmulo da cara-de-pau; mas não devemos esquecer do que os parlamentares fazem. Algo semelhante ao que meu cachorro deixa na calçada!
E não nos interessa se os evangélicos vão choramingar ou fazer carinha de contrariado com as nossas exigências de direitos iguais, deveres iguais, em estrita obediência às leis de nossa sociedade civil.
E porque não um Dia do Capeta? De preferência, no dia 1 de dezembro. Só para homenagear um velho ditado:“Uma vela para o santo e outra vela para o Diabo”
Afinal, a CF me garante rezar pra quem eu quiser. Por que não pro Chifrudão? E vocês, evangélicos, terão que ME respeitar e respeitar a crença que eu tiver, seja ela qual for.
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2 Pings to "O dia do evangélico, criado por um deputado evangélico, patrocinado por evangelicos"

[...] em e O dia do evangélico, criado por um deputado evangélico, patrocinado por evangelicos, hoje. SHARETHIS.addEntry({ title: “Voz dos Alienados 16″, url: [...]
[...] eles querem falar que o Brasil é um Estado laico, mas ficam lá promovendo o Dia do Evangélico, dão passaportes diplomáticos ao Edir Macedo, pressionam os políticos para obterem concessões [...]


37 respostas para "O dia do evangélico, criado por um deputado evangélico, patrocinado por evangelicos"

1.     http://1.gravatar.com/avatar/f3e95b98e3611e1013cf934743e3af32?s=60&d=wavatar&r=G 1. Altair5 disse: 
agosto 27th, 2009 em 08:59
Isso é café pequeno comparado ao acordo do Brasil com o vaticano que libera o ensino religioso e ainda prevê subvenções do estado pra religião,estamos retrocedendo pra idade média!Bom pro pEdir Maiscedo que vai ganhar mais uns trocados afinal com um congresso desses não se pode esperar nada melhor… :neutral:
2.     http://0.gravatar.com/avatar/6f1b6972157a11cdb19cdb56b07c3d90?s=60&d=wavatar&r=G 2. Joseph K disse: 
agosto 27th, 2009 em 09:07
Isso é muito irritante, mesmo, mas para jogar mais lenha na fogueira, que tal algumas leis e projetos de lei, do Estado de São Paulo?
.
Algumas leis, do Estado de São Paulo:
Lei nº 12.936, de 23/04/2008 – Institui o Dia da Igreja Cristã Pentecostal Independente Maravilhas de Jesus.
Lei nº 12.935, de 23/04/2008 – Institui o -Dia da Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia.
Lei nº 11.573, de 25/11/2003 – Institui o -Dia da Assembléia de Deus-, a ser comemorado, anualmente, no dia 18 de junho, para homenagear os cidadãos evangélicos membros da Igreja Evangélica Assembléia de Deus no Estado.
Lei nº 10.823, de 22/06/2001 – Institui o Dia do Músico Evangélico, a ser comemorado, anualmente, no dia 20 de junho.
Lei nº 9.322, de 26/12/1995 – Institui o Dia do Evangélico-, a ser comemorado anualmente, na 2ª sexta-feira do mês de agosto.
Lei nº 8.948, de 29/09/1994 – Inclui no calendário cívico o -Dia do Pastor Evangélico-, anualmente, no 4º domingo do mês de outubro.
.
Algumas coisas que querem tornar lei:
25/06/2009 Projeto de lei 507/2009
Institui o “Dia Estadual da Bíblia”. Chico Sardelli
02/09/2008 Projeto de lei 581/2008
Inclui no Calendário Oficial do Estado a “Expo Cristã”. José Bittencourt
03/08/2007 Projeto de lei 741/2007
Inclui no calendário turístico do Estado a “Marcha para Jesus”. José Bruno
14/06/2007 Projeto de lei 563/2007
Inclui no calendário turístico do Estado o “COMADERP – Congresso da Mocidade da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Ribeirão Preto” – Ministério Missão, naquele Município. Dárcy Vera
09/03/2007 Projeto de lei 55/2007
Institui o “Dia do Evangélico”. Havanir Nimtz
16/03/2006 Projeto de lei 106/2006
Isenta do pagamento de passagens no transporte coletivo, os ministros evangélicos ligados a uma confederação. Geraldo “Bispo Gê” Tenuta
17/12/2005 Projeto de lei 910/2005
Institui o “Dia da Igreja do Evangelho Quadrangular”. Waldir Agnello
29/11/2005 Projeto de lei 851/2005
Institui o “Dia da Igreja Cristã Pentecostal Independente Maravilhas de Jesus”. José Bittencourt
26/05/2005 Projeto de lei 325/2005
Institui o “Dia da Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia” José Bittencourt
19/10/2004 Projeto de lei 641/2004
Isenta os Ministros de qualquer confissão religiosa do pagamento da tarifa de pedágio nas rodovias Estaduais. José Bittencourt
29/05/2003 Projeto de lei 433/2003
Institui o “Dia da Assembléia de Deus”. José Bittencourt
17/04/2003 Projeto de lei 254/2003
Institui o Dia do Círculo de Oração. Marcelo Bueno
12/04/2003 Projeto de lei 214/2003
Institui o o “Dia do Evangélico”. Adilson Barroso
07/06/2001 Projeto de lei 328/2001
Institui o “Dia da Marcha para Jesus”. Gilberto Nascimento
15/05/2001 Projeto de lei 262/2001
Institui o “Dia do Músico Evangélico”. Vanderlei Macris
31/08/1999 Projeto de lei 705/1999
Institui o Dia do Músico Evangélico. Gilberto Nascimento
06/04/1995 Projeto de lei 129/1995
Institui o “Dia do Evangélico”. Marcio Araújo
04/02/1993 Projeto de lei 18/1993
Cria do Dia do Pastor Evangélico, a ser comemorado anualmente, no quarto domingo do mês de outubro. Campos Machado
Dia do Evangelho será celebrado pela Assembleia de Deus em Santana

Fonte: Guiame


Festa evangélica irá marcar o “Dia do Evangelho”, 30, realizada pela Igreja Assembleia de Deus (AD), do município de Santana. O evento tem como objetivo comemorar a unidade e a integração do povo de Deus. A programação terá início pela manhã e encerrará á noite, com celebração de culto. A expectativa é que a igreja mobilize cerca de 10 mil evangélicos para participar da homenagem.
O dia 30 de novembro foi instituído como o “Dia do Evangelho”, após projeto parlamentar apresentado primeiramente na Câmara Municipal de Santana, em 2003, pelo então vereador Aroldo Vasconcellos (PSB). O projeto também foi apresentado pela deputada Mira Rocha (PL), na Assembleía Legislativa e sancionado como Lei no ano de 2004.
De acordo com o veverendo Lucifrancis Barbosa Tavares, pastor das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus e presidente da Convenção Estadual dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Estado do Amapá (CEMEADAP), a comemoração faz parte das ações, em reconhecimento, pelas atividades desenvolvidas nos templos que compõe a comunidade evangélica do Estado.
As instituições religiosas vem colaborando com a transformação de vidas, praticando solidariedade e comunicando o Evangelho de Jesus, que proporciona conforto espiritual e esperança para um mundo melhor.
Ações sociais, culturais e espirituais estão entre as conquistas relatadas por líderes religiosos das igrejas. A prestação de serviços nestas áreas vem beneficiando não somente o povo evangélico, mas toda a sociedade que vive sobre os princípios do cristianismo.
A programação terá início às 7h, com alvorada de fogos anunciando “O Dia do Evangelho”. Os disparos serão realizados nos templos das Assembleias de Deus, em 50 pontos distribuídos em Santana.
A festa segue às 8h, com café da manhã no Templo Central, oferecido à imprensa, líderes evangélicos e demais autoridades. Pastor Lucifrancis irá conceder entrevista coletiva que tem como pauta a importância da data e o papel do evangélico na sociedade amapaense.
Ás 9h acontecerá a Marcha dos Evangélicos, partindo da Praça da Bíblica (Área Portuária) e seguirá pelas principais ruas da Área Comercial, finalizando o trajeto na AD, no centro da cidade.
E para encerrar as homenagens, às 19h, será celebrado culto em frente à Praça Francisco Nobre (Cívica). Atrações de bandas evangélicas locais, ministração da “Palavra de Deus” e a presença de autoridades religiosas estão confirmadas, entre elas, o Pastor Jairinho, do Rio de Janeiro.     Com informações do blog Correa Neto

Protestantismo

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v • e
O Protestantismo é um dos principais ramos (juntamente com a Igreja Romana e a Igreja Ortodoxa) docristianismo. Este movimento iniciou-se na Europa Central no início do século XV como uma reação contra as doutrinas e práticas do catolicismo romano medieval.1 Os protestantes também são conhecidos pelo nome de evangélicos.2 No entanto, no contexto brasileiro, o nome 'protestante' deve ser usado mais corretamente para se referir às igrejas oriundas da Reforma Protestante, como a Presbiteriana, a Luterana, Anglicana, Adventistae Batista; e o termo 'evangélico' é mais utilizado para se referir aos pentecostais e neopentecostais.3
As doutrinas das inúmeras denominações protestantes variam, mas muitas incluem a justificação por graça mediante a fé somente, conhecido como Sola fide, o sacerdócio de todos os crentes, e a Bíblia como única regra em matéria de fé e ordem, conhecido como Sola scriptura.
No século XVI, seguidores de Martinho Lutero fundaram igrejas "evangélicas" na Alemanha e Escandinávia. Asigrejas reformadas (ou presbiterianas) na Suíça e França foram fundadas por João Calvino e também por reformadores como Ulrico Zuínglio. Thomas Cranmer reformou a Igreja da Inglaterra e depois John Knox fundou uma comunhão calvinista na Igreja da Escócia.

Índice

  [esconder
·         1 Etimologia
·         2 História
·         3 Princípios fundamentais
·         5 Movimentos e ramos
·         6 Demografia
·         8 Críticas
·         9 Ver também
·         10 Referências
·         11 Ligações externas

Etimologia

O termo protestante é derivado (via francês ou alemão Protestant4 ) do latim protestari.5 6 Significa declaração pública/protesto, referindo-se à carta de protesto por príncipes luteranos contra a decisão da Dieta de Speyer de 1529, que reafirmou o Édito de Worms de 1521, banindo as 95 teses deMartinho Lutero do protesto contra algumas crenças e práticas da Igreja Católica do século XVI.
O termo protestante não foi inicialmente aplicado aos reformadores, mas foi usado posteriormente para descrever todos os grupos que protestavam contra a Igreja Católica.
Desde aquele tempo, o termo protestante tem sido usado com diversos sentidos, muitas vezes como um termo geral para significar apenas os cristãos que não pertencem à Igreja Católica, Ortodoxa ou Ortodoxa Oriental (inclusive àqueles cristãos que não pertencem à Igreja Anglicana, pois esta mesma não se auto-define como católica ou protestante).

História

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Reforma Protestante, Martinho Lutero e João Calvino
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Os "reformadores" foram pessoas de vasta cultura teológica e humanista: Calvino estudou em Sorbonne e seu pai era bispo; Lutero foi monge e professor universitário da Bíblia; Zuínglio era sacerdote e humanista. De acordo com o programa dos humanistas, eles buscaram nas fontes da antiguidade cristã as bases para uma renovação religiosa. Lendo a Bíblia e retornando aos Pais da Igreja, descobriram uma nova visão da fé e uma doutrina bíblica cristocêntrica.
Na Suíça de fala alemã, Ulrico Zuínglio, Johannes Oekolampad e outros começaram também uma tentativa de Reforma da Igreja Católica, de caráter mais urbano e enriquecida pelo humanismo de Erasmo de Roterdão.
A Igreja da Inglaterra não se deixou influenciar, no primeiro momento, pelo protestantismo, mas depois de sua quebra com aIgreja de Roma, começou uma aproximação com os ideais Reformados. Atualmente a maior parte das Igrejas da Comunhão Anglicana declaram-se Reformadas.
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Iconoclastia protestante: obeeldenstorm durante a Reformaholandesa.
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Destruição de ícones emZurique (1524).
O protestantismo apresenta elementos em comum apesar de sua grande diversidade. ABíblia é considerada a única fonte de autoridade doutrinal e deve ser interpretada de acordo com regras históricas e linguísticas, observando-se seu significado dentro de um contexto histórico. A salvação é entendida como um dom gratuito (presente, graça) de Deus alcançado mediante a. As boas obras não salvam, sendo resultados da fé e não causa de salvação. O culto sempre é no idioma vernáculo e em sua grande maioria é simples tendo como base as Escrituras Sagradas. O protestantismo histórico, conserva as crenças cristãs ortodoxas tais como a doutrina trinitária, a cristologia clássica, o credo niceno-constantinopolitano, entre outros. Os protestantes expressam suas posições doutrinais por meio de Confissões de Fé e breves documentos apologéticos. A Confissão de Augsburgo expressa a doutrina Luterana. As confissões reformadas incluem a Confissão Escocesa (1560), a segunda Confissão Helvética (1531), a Confissão de Fé de Westminster (1647), os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (1562), etc. As Declarações de Barmen contra o regime Nazista e a Breve Declaração de Fé da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos são exemplos de declarações de fé recentes.
O ensino religioso, tem como base o estudo de catecismos. No Luteranismo faz-se uso dos Catecismo Maior e Menor de Lutero. O catecismo de Heildelberg e o Catecismo Maior e Menor de Westminster são utilizados pelas Igrejas Reformadas, como a presbiteriana. O protestantismo rejeita parte das doutrinas que caracterizam ocatolicismo tais como: o purgatório, a supremacia papal, as orações pelos mortos, a intercessão dos santos, aAssunção de Maria e sua virgindade perpétua, a veneração dos santos, a transubstanciação, o sacrifício da missa, oculto às imagens etc.
O protestantismo, em maior parte, segue a doutrina Agostiniana da eleição. Estabelece que a salvação é pela graça (favor imerecido) de Deus. Para os protestantes a autoridade da Igreja está vinculada a obediência da palavra de Deus e não à sucessão apostólica. Assim sendo, a Igreja cristã existe onde se escuta e obedece a palavra de Deus.
O protestantismo se disseminou principalmente nos meios urbanos e através da nobreza. A difusão das ideias protestantes foi facilitada pela invenção da imprensa, que tornou possível a divulgação e a tradução da Bíblia naslínguas vernáculas. Desde então, as doutrinas cristãs passaram a necessitar do aval bíblico.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c4/John_Calvin.jpg/170px-John_Calvin.jpg
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No Concílio de Trento, os bispos católicos partidários de Roma optaram por limitar o aceso laico as escrituras, proibindo a tradução da Bíblia para o vernáculo e impondo a Vulgata em latim como a única Bíblia autorizada e aumentando o índice de livros proibidos aos fiéis (Index Librorum Prohibitorum).
A "Reforma" Protestante alcançou êxito em muitas áreas da Europa. Em sua forma Luterana é predominante no norte daAlemanha e em toda a Península Escandinava. Na Escócia surgiu a Igreja Presbiteriana. As Igrejas Reformadas também frutificaram nos Países Baixos, na Suíça e no oriente da Hungria. Com o desenvolvimento dos impérios europeus , principalmente o Império Britânico, nos séculos XIX e XX o protestantismo continuou a se expandir, se tornando uma fé de escala mundial. Atualmente mais de 600 milhões de pessoas professam alguma das diferentes manifestações do protestantismo no mundo.[carece de fontes]
O protestantismo assumiu três formas básicas: a luterana, a reformada (calvinista) e a anglicana. O protestantismo não possui organização centralizadora, porém suas igrejas estão organizadas em igrejas nacionais e em concílios internacionais tais como a Aliança Mundial de Igrejas Reformadas e a Federação Luterana Mundial.
O trabalho missionário do século XIX levou a cooperação interdenominacional e consequentemente ao movimento ecumênico do qual surgiu o Conselho Mundial de Igrejas. [carece de fontes] Fora desse protestantismo, que muitos estudiosos denominam "protestantismo magisterial", surgiu outro ramo que se distinguiu tanto do catolicismo como das igrejas protestantes de caráter histórico-nacional. Este ramo recebe o nome de Reforma Radical. O historiadorGeorge Williams distingue as seguintes correntes dentro desta reforma: espiritualistas, racionalistas e anabatistas. Os anabatistas rechaçaram a união da igreja e estado e repudiaram o batismo infantil, constituindo-se em igrejas independentes ou segregadas. A maior aportação à modernidade descansaria em sua persistente promoção da separação entre a igreja e o estado, a liberdade religiosa pessoal e o exercício de um governo plenamente democrático em suas congregações.

Princípios fundamentais

·         Sola scriptura (Somente a Escritura)
É o principio no qual a Bíblia tem primazia em relação a Tradição legada pelo magistério da Igreja, quando, os princípios doutrinários entre esta e aquela forem conflitantes. Como Martinho Lutero afirmou quando a ele foi pedido para que voltasse atrás em seus ensinamentos: "Portanto, a menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa; Deus queira ajudar-me. Amém." O protestantismo também defende ainterpretação privada ou juízo privado dos textos bíblicos,7 conceito exposto por Lutero em outubro de 1520, quando enviou seu escrito "A Liberdade de um Cristão" ao Papa, acrescentando a frase significativa "Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus". Disse Lutero também em outra ocasião que é "sempre melhor ver com nossos próprios olhos do que com os olhos de outras pessoas".8 O historiador William Sweet sugeriu que isso posteriormente originou o direito fundamental de liberdade religiosa, bem como a própria ideia de democracia.9
·        Sola gratia (Somente a Graça ou Salvação Somente pela Graça)
Afirma que a salvação é pela graça de Deus apenas, e que nós somos resgatados de Sua ira apenas por Sua graça. A graça de Deus em Cristo não é meramente necessária, mas é a única causa eficiente da salvação. Esta graça é a obra sobrenatural do Espírito Santo que nos traz a Cristo por nos soltar da servidão do pecado e nos levantar da morte espiritual para a vida espiritual.
·         Sola fide (Somente a Fé ou Salvação Somente pela Fé)
Afirma que a justificação é pela graça somente, através da fé somente, por causa somente de Cristo. É pela fé em Cristo que Sua justiça é imputada a nós como a única satisfação possível da perfeita justiça de Deus.
·         Solus Christus (Somente Cristo)
Afirma que a salvação é encontrada somente em Cristo e que unicamente Sua vida sem pecado e expiação substitutiva são suficientes para nossa justificação e reconciliação com Deus o Pai. O evangelho não foi pregado se a obra substitutiva de Cristo não é declarada, e a fé em Cristo e Sua obra não é proposta.
·         Soli Deo gloria (Glória somente a Deus)
Afirma que a salvação é de Deus, e foi alcançada por Deus apenas para Sua glória.

Catolicismo e protestantismo

As diferenças entre a doutrina católica e a doutrina da maioria dos grupos protestantes é grande. Genericamente, as suas divergências mais significativas dizem respeito ao papel da oração e das indulgências;10 à comunhão dos santos; à doutrina do pecado original e da graça; àpredestinação; à necessidade e natureza da penitência; e ao modo de obter a salvação, com os protestantes a defenderem que a salvação só se atinge apenas através da fé (sola fide), em detrimento da crença católica de que a fé deve ser expressa também através das boas obras (essa grande divergência levou a um conflito sobre a doutrina da justificação).10 11
Há também diferenças importantes na doutrina da Eucaristia e dos outros sacramentos (os protestantes só professam o Batismo e a Eucaristia, além do rito sacramental da confirmação, também conhecido como catecumenato 11 ); na existência do Purgatório; no culto de veneração à Virgem Maria e aossantos; na forma de interpretação (com os protestantes a defenderem a interpretação pessoal 12 ou livre-exame das Sagradas Escrituras) e na composição do Cânone das Escrituras; no papel da Tradição oral; na própria natureza, autoridade, administração, hierarquia e função da Igreja (incluindo o papel da Igreja na salvação); no sacerdócio; e também na autoridade e missão do Papa.10 11
Contudo, visto que entre as denominações protestantes há diferenças consideráveis,12 de alguns setores do Anglicanismo, aproximam-se do catolicismo, autointitulando-se como anglo-católicos. Recentemente, o diálogo ecuménico moderno levou finalmente a alguns consensos sobre a doutrina da justificação entre os católicos e os luteranos, através da Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação (1999).13 Além disso, esse diálogo trouxe também vários consensos sobre outras questões doutrinárias importantes, nomeadamente entre os católicos e os anglicanos.14

Movimentos e ramos

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Lista de denominações protestantes
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0c/Protestantbranches.svg/700px-Protestantbranches.svg.png
http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png
Ramificações do protestantismo (legendas em inglês).

Demografia

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7d/Edit-find.svg/18px-Edit-find.svg.png Ver página anexa: Anexo:Protestantes por país
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e0/Protestant-world-by-country.png/400px-Protestant-world-by-country.png
http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png
Protestantismo no mundo (incluindo anglicanismo)
  Religião dominante (mais de 50%)
  Uma grande facção religiosa (mais de 10%)
Há quase 970 milhões de Protestantes no mundo,15 entre cerca de 2,6 bilhões de cristãos.16 17 Isto inclui 170 milhões na América do Norte, 160 milhões na África, 120 milhões na Europa, 70 milhões na América Latina, 60 milhões na Ásia, e 10 milhões naOceania.
O país com maior número de protestantes é os Estados Unidos, de onde apesar da diminuição do "WASP", tradicionalmente contra a outros grupos (especialmente os hispânicos, de maioria católica), a maior parte dos estadunidenses pertence a alguma confissão protestante. Em segundo lugar se encontra o Brasil, que nos últimos anos ultrapassou o Reino Unido,[carece de fontes] de clara maioria protestante, divididos entreanglicanos (maioria na Inglaterra) e a Igreja da Escócia, de confissão presbiteriana (maioria na Escócia).
Lugar
País
População Protestante
 % de Protestantes
1
162.653.774
55,0%
2
54.983.173
27,0%18
3
44.726.678
74,0%
4
34.100.000
23,0%
5
31.300.000
38,0%
6
30.000.000
62,0%
7
15.675.766
1,2%
8
14.460.000
6.0%
9
12.855.244
38,0%
10
12.017.001
20,0%

América Latina

Os principais grupos protestantes começaram a se estabelecer na América do Sul no século XIX. Os presbiterianos se instalaram “na Argentina em 1836, no Brasil em 1859, no México em 1872, e na Guatemala em 1882. Os metodistas seguem um itinerário parecido: México 1871, Brasil 1886, Antilhas 1890, Costa Rica, Panamá e Bolívia nos últimos anos do século”; porém no Equador, Colômbia e Peru se estabeleceram os batistas e os pentecostais, assim como uma parte dos metodistas.
Atualmente as comunidades protestantes vêm ganhando terreno na América Latina e ampliando sua penetração em diversos países, em especial na América Central.
Lugar
País
População Protestante
 % de Protestantes
1
54.983.173
27,0%
2
7.888.000
29,0%
3
5.350.000
5,0%
4
5.080.000
40,0%
5
3.330.000
9,0%
6
2.992.000
11,0%
7
2.650.000
15,4%
8
1.750.000
25,0%
9
1.650.000
30,0%
10
1.440.000
16,0%

Movimentos teológicos de origem protestantes

·         Puritanismo
·         Pietismo
·         Evangelicalismo
·         Ecumenismo
·         Fundamentalismo cristão
·         Pentecostalismo
·         Neo-ortodoxia
·         Liberalismo teológico
·         Neopentecostalismo

Críticas

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Controvérsias no protestantismo
Existem controvérsias e críticas nas posições e atitudes do protestantismo e das igrejas que adotam esta doutrina (Protestantes e Evangélicas), em suas ações, ensinamentos, estrutura ou natureza, bem como em suas divergências e interpretações teológicas. Uma vez que existem diversas igrejas protestantes sem ligações entre si, com diferentes pontos de vista e muitas vezes com certa rivalidade.19

Ver também

·         Bandeira Cristã
·         Evangelicalismo
·         Igreja Protestante
·         Nova Perspectiva sobre Paulo
·         Protestantes por país
·         Salvação
·         Anexos:
·         Terminologia da Cristologia

Referências

1.     Encyclopædia Britannica. 2010.. Página visitada em 15 Nov. 2010..
2.     "Qual é a diferença entre protestantes e evangélicos?". Página visitada em 17 Nov. 2011.
3.     "A Reforma Protestante dos nossos dias!". Página visitada em 06 Jan. 2012.
4.     Online Etymology Dictionary. Página visitada em 19-11-2010.
5.     Concise Oxford English Dictionary, 11ª edição, artigo 52364.(http://www.diclib.com/[1])
6.    dictionary.reference.com(http://dictionary.reference.com/browse/protestant)
7.     Christ Church (Reformed Presbyterian Church of North America). Private Interpretation (em inglês). Página visitada em 16 de outubro de 2009.
8.     Hugh T. Kerr, A Compend of Luther's Theology, p. 16.
9.     SWEET, William Warren. American Culture and Religion. Six Essays. Dallas: Southern Methodist University Press, 1951, p. 36.
10.   a b c O que é o Protestantismo, suas incoerências e o falso conceito de ecumenismo. Frente Universitária Lepanto. Página visitada em 4 de Junho de 2009. Nota:ver as frases a bolde (destacadas)
11.   a b c Princípios gerais (protestantes). Hieros. Página visitada em 4 de Junho de 2009.
12.   a b Protestantismo. Hieros. Página visitada em 4 de Junho de 2009.
13.   CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A PROMOÇÃO DA UNIDADE DOS CRISTÃOS e FEDERAÇÃO LUTERANA MUNDIAL (1999).Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação. Santa Sé. Página visitada em 4 de Junho de 2009.
14.   CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A PROMOÇÃO DA UNIDADE DOS CRISTÃOS (2007). Growing Together in Unity and Mission: Building on 40 years of Anglican – Roman Catholic Dialogue (em inglês). Santa Sé. Página visitada em 4 de Junho de 2009.
15.   Jay Diamond, Larry. Plattner, Marc F. and Costopoulos, Philip J. World Religions and Democracy. 2005, page 119.( também em arquivo PDF, p49), diz "Os protestantes não só atualmente constituem 33 por cento da população mundial — cerca de 800 milhões de pessoas — mas desde 1900 o Protestantismo tem crescido rapidamente na África, Ásia, e América Latina."
16.   "entre 1,250 e 1,750 milhões de aderentes, dependendo do critério empregado": McGrath, Alister E. Christianity: An Introduction. 2006, page xv1.
17.   "2.1 thousand million Christians": Hinnells, John R. The Routledge Companion to the Study of Religion. 2005, page 441.
19.   O Futuro não será Protestante. Ricardo Mariano. Publicado pela Universidade de São Paulo em 1999.

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário
Commons
·         A Reforma Religiosa (em inglês)
·         "Protestantism" de 1917 Enciclopédia Católica (em inglês)
·         "Why Only Catholicism Can Make Protestantism Work" por Mark Brumley (em inglês)
v • e

v • e
Protestantismo
·         http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/28/P_religion_world.svg/25px-P_religion_world.svg.png Portal da religião
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Evangelho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Livros do
Novo Testamento
Lucas escrevendo seu Evangelho. Ilustração bizantina do 10º século
Evangelhos
Mateus · Marcos · Lucas · João
Atos
v • e
Os Evangelhos são um gênero de literatura do cristianismo primitivo que contam a vida de Jesus, a fim de preservar seus ensinamentos ou revelar aspectos da natureza de Deus. O desenvolvimento do cânon do Novo Testamento deixou quatro evangelhos canônicos, que são aceitos como os únicos evangelhos autênticos para a maioria dos cristãos.
Entretanto, existem muitos outros evangelhos. Eles são conhecidos como apócrifos e foram escritos depois dos quatro evangelhos canônicos. Alguns destes evangelhos deixaram vestígios importantes natradição cristã, incluindo a iconografia.

Índice

  [esconder
·         2 Evangelhos canônicos
·         3 Evangelhos apócrifos
·         4 Evangelhos contemporâneos
·         5 Etimologia
·         6 Lista dos evangelhos
·         7 Ver também
·         8 Ligações externas

[editar]Os evangelhos como um género literário

Os evangelhos são um género único na literatura universal. Não são meros relatos, mas também um convite à adesão ao cristianismo. A sua primeira intenção não é a biográfica. Apresentam Cristo comoMessias, filho de Deus e salvador da humanidade. Contém coleções de discursos, de parábolas,testemunhos e relatos, como o da paixão de Cristo e sua ressurreição.

[editar]Evangelhos canônicos

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Evangelhos canônicos
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/32/Russian_Resurrection_icon.jpg
http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png
Representação da ressurreição deJesus Cristo, fundamento do Cristianismo narrado nos evangelhos
Os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João são chamados evangelhos canónicos por serem os únicos que o Cristianismo primitivo admitiu como legítimos e hoje integram o Novo Testamento da Bíblia, sendo também os únicos aceitos pelos grupos que sucederam (como os evangélicos). As igrejas cristãs só aceitam estes quatro evangelhos como tendo sido inspirados e fazendo parte do Cânon. As igrejas cristãs, católica, ortodoxa eprotestantes tem na Bíblia, incluindo os evangelhos, a base de sua  e de sua prática.
O Evangelho de Mateus foi escrito para convencer os judeus de que Jesus era mesmo o Messias que estava por vir, por isso enfatiza o Antigo Testamento e as profecias a respeito desse ungido.
O Evangelho de Marcos (discípulo de Pedro) foi escrito para evangelizar principalmente os romanos, e relata somente quatro das parábolas de Jesus, enfatizando principalmente as ações de Jesus.
O Evangelho de Lucas foi escrito para os gentios (não-judeus), enfatizando a misericórdia de Deus através dasalvação por Jesus Cristo, principalmente para os pobres e humildes de coração.
O último dos Evangelhos, o de João, foi escrito para doutrinar os novos convertidos. Não cita nenhuma dasparábolas de Jesus (afinal, as parábolas já eram conhecidas no meio cristão, através dos relatos contidos nos outros evangelhos), porém combate com firmeza as primeiras heresias surgidas no princípio do cristianismo, como por exemplo: o gnosticismo (que negava a verdadeira encarnação do Filho de Deus) e outras seitassemelhantes, que também negavam a divindade de Jesus Cristo.

[editar]Evangelhos apócrifos

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Apócrifos do Novo Testamento
Centenas de outros evangelhos foram escritos na antiguidade, que são chamados evangelhos apócrifos. Entre os manuscritos encontrados no Egito, conhecidos como os da Biblioteca de Nag Hammadi, figuram os evangelhos atribuídos a apóstolos de Cristo: o evangelho de Tomé, o evangelho de Filipe, o evangelho de Pedro e o evangelho de Judas. Contêm também o evangelho de Maria.

[editar]Evangelhos contemporâneos

Nos dias atuais ainda são escritos evangelhos ou releituras deles, como O Evangelho segundo o Espiritismo, O Evangelho segundo Jesus Cristo ou mesmo textos romanciados embasados na vida do Jesus histórico como Operação Cavalo de Tróia.

[editar]Etimologia

Literalmente, evangelho significa "boa mensagem", "boa notícia" ou "boas-novas", derivando da palavra grega ευαγγέλιον, euangelion (eu, bom, -angelion, mensagem).
A palavra grega "euangelion" deu também origem ao termo "evangelista" para a língua portuguesa.

[editar]Lista dos evangelhos

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Livros da Bíblia

[editar]Ver também

·         Apócrifos do Novo Testamento
·         Arqueologia bíblica
·         Bíblia
·         Cristianismo
·         Cronologia Bíblica
·         Evangelhos canônicos
·         Evangelhos sinópticos
·         Harmonia evangélica
·         Livros Apócrifos
·         Tradução da Bíblia

[editar]Ligações externas

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/4a/Commons-logo.svg/22px-Commons-logo.svg.png
O Commons possui uma categoriacom multimídias sobre Evangelho
·         Concordância (ou harmonia) dos quatro Evangelhos (Os 4 Evangelhos fundidos num só, em português).
·         Nova Vulgata Latina
·         http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/81/Christianity_symbols.svg/25px-Christianity_symbols.svg.png Portal do cristianismo

·         http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Books-aj.svg_aj_ashton_01.png/25px-Books-aj.svg_aj_ashton_01.png Portal da literatura
v • e

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·         Bíblia
·         Evangelhos
·          SER EVANGÉLICO
·          
·         O termo "evangélico" deriva da palavra "evangelho", a qual significa "boas novas". Durante toda a história, o termo "evangélico" foi usado para referir-se a tudo o que concerne ao evangelho de Jesus. Após a Reforma Protestante, esse termo começou a ser usado de uma forma crescente pelas denominações que surgiram posteriormente, até chegar ao ponto de identificar os membros de tais denominações como "evangélicos".
·         Na verdade, ser evangélico, no sentido real da palavra, é crer e obedecer ao evangelho de Jesus. Porém, atualmente, como veremos mais adiante, em virtude da apostasia (desvio da fé) generalizada nestes tempos finais, o termo "evangélico" tem adotado uma outra concepção na mentalidade das pessoas.
·         A Palavra é clara ao revelar uma grande apostasia assolando as eklesias (denominações) cristãs nos últimos tempos. Usamos o termo eklesias (igrejas) para separá-lo do termo "Igreja", que é o corpo espiritual de Jesus, no qual se reúnem espiritualmente e misticamente todos aqueles que são salvos pela graça e sobre a qual as portas do inferno não podem prevalecer. Já o termo "eklesias" (denominações), se refere às congregações físicas onde os membros da Igreja e até mesmo aqueles que estão no meio desses membros mas não pertencem ao Corpo se reúnem periodicamente. Veja o que Jesus revelou sobre o amor ágape (espiritual) no seio das eklesias nos últimos tempos:
·          
·         "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará" (Mateus 24:11-12)
·          
·         O que vemos hoje são grupos que, usando como pretexto o nome de Deus e o evangelho, procuram o lucro financeiro e o poder político. Não deveríamos estar surpresos com a gigantesca apostasia que assola as eklesias, já que a Palavra nos alerta há 2000 anos:
·          
·         "E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita" (II Pedro 2:1-3)
·          
·         É por isso que, atualmente, o termo "evangélico" perdeu seu verdadeiro sentido na mente das pessoas do mundo, em função do comportamento de líderes que "tem aparência de piedade e negam a eficácia dela". Há algumas décadas, ser evangélico era ser "alienado", "louco" ou "fanático". Tais adjetivos foram usados desde o começo do cristianismo para os verdadeiros seguidores do Mestre e Pedro nos mostra a grandiosidade de sermos participantes das aflições de Cristo, sofrendo a rejeição do mundo:
·          
·         "Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte" (I Pedro 4:14-16)  
·         Porém, ser evangélico hoje, na mentalidade da maior parte das pessoas, já não significa necessariamente seguir fielmente o evangelho de Jesus Cristo, mas pertencer a um determinado segmento da sociedade, o qual é utilizado para diversos fins humanos (políticos, pessoais, institucionais, megalomaníacos, etc). Ser evangélico atualmente é correr o risco de ser confundido com aqueles que usam o evangelho de Jesus como fonte de lucro, trilhando um caminho de escândalos e de práticas antibíblicas, em função da gigantesca apostasia que se expande no seio das eklesias que se intitulam "evangélicas".
·         Se antes a perseguição contra os servos do Senhor era totalmente infundada, hoje a perseguição contra os evangélicos tem muita fundamentação, em função da apostasia. São numerosos os escândalos que surgem periodicamente no seio das igrejas evangélicas. Geralmente, os grupos evangélicos que tem mais acesso à mídia e, consequentemente, à opinião pública, são grupos que se caracterizam por constantes escândalos, levando as pessoas a taxarem todos os servos do Senhor de acordo com o padrão deturpado exposto por esses grupos.
·         É evidente que a graça do Senhor é tão grande que atua em qualquer lugar, inclusive naqueles que pregam o evangelho com outros interesses (Filipenses 1:16-19). Também é evidente que o joio deve permanecer com o trigo até o momento da ceifa (Mateus 13:24-30) e que Jesus revelou que os escândalos são inevitáveis, diante da fraqueza humana (Lucas 17:1-2). Como já ressaltamos, tudo isso que está ocorrendo dentro das igrejas, já está profetizado (I Timóteo 4:1, Mateus 24:11-12).
·         Em função disso, o termo "evangélico" perdeu seu significado real e original na mente das pessoas. Nós, do Projeto Ômega, somos evangélicos (seguimos e obedecemos ao evangelho de Jesus), mas não queremos pertencer ao que hoje se denomina de "segmento evangélico". Fazemos parte do Corpo de Cristo pela graça de Deus, e isso já basta. Não defendemos nenhuma denominação ou eklesia em detrimento de outra. Quando alguém nos pergunta a que igreja pertencemos, respondemos "pertencemos à Igreja, pois só existe uma: a Igreja que é o Corpo Espiritual de Cristo".
·         É óbvio que o ato de congregar com nossos irmãos e exercer nossos ministérios na congregação faz parte dos planos do Senhor. Porém, fica aqui o nosso alerta: chegará o momento em que pertencer a uma denominação "x" ou "y" perderá sua importância atual, devido à perseguição generalizada que haverá contra as eklesias que seguem genuinamente a Palavra de Deus e não se dobram diante do ecumenismo e do humanismo.
·         Nos tempos tribulacionais, a forma de reunião e congregação adotada por nossos irmãos primitivos voltará a ser preciosa. Reuniões feitas em lugares pequenos, escondidos, fora dos "mega-templos", "cultos-shows", "pregadores e artistas da música gospel", mas cheios da presença do Senhor e de servos do rei dispostos a tudo por Seu Senhor, até mesmo perder suas próprias vidas e serem martirizados. Será que todos estão preparados ou conscientizados para essa realidade tão próxima?
·         Também chegará o momento em que, devido à apostasia generalizada já revelada na Palavra, os verdadeiros servos do Senhor terão que desviar-se daqueles líderes apóstatas que "promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes" (Romanos 16:17), sob o risco de serem enganados pelo sistema da besta, ao qual se dobrarão tais líderes gananciosos e apóstatas.
·         Cremos que esse momento de decisão se aproxima a passos gigantes e, em alguns casos, já é uma realidade!... Que o Senhor nos conceda discernimento para identificar quem realmente está comprometido com a Sua verdade, coragem para desviar-nos daqueles que querem enganar o povo de Deus e perseverança para, mesmo em meio aos tempos tribulacionais de perseguição, apostasia e martírio, permanecermos fiéis até o fim!
·         "E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas" (Apocalipse 18:4)
·          
·         "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo" (Mateus 24:11-13)
·          
·         Em Cristo,
·          
·          
·         Jesiel Rodrigues
·          
·         Estudo postado em 25/05/06
·          
·                          _____________________________________ 
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Governo institui o Dia Nacional do Evangélico 30 de novembro. Veja mais sobre o Brasil Evangélico

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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
 
LEI Nº 12.328, DE 15 DE SETEMBRO DE 2010.
Institui o Dia Nacional do Evangélico a ser comemorado no dia 30 de novembro de cada ano.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
          Art. 1o  Fica instituído o Dia Nacional do Evangélico, a ser comemorado no dia 30 de novembro de cada ano.
          Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  15  de setembro de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira
Este texto não substitui o publicado no DOU de 16.9.2010.
O BRASIL EVANGÉLICO.
“Disse Jesus: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todos os homens
Esta ordem foi dada pelo Senhor Jesus, aproximadamente entre os anos 35 e 40. Nesta época, as profecias se cumpriram, Jesus havia morrido!
Estavam reunidos os onze discípulos e discutiam as notícias que começavam a chegar. Algumas pessoas afirmavam que tinham visto o Senhor. Provavelmente, um pensamento era comum a todos: Nós seremos os primeiros aos quais o Senhor aparecerá!
Afinal eram os Seus discípulos, andaram com o Senhor em seu ministério. Mas, ocorreu o contrário, e o Mestre mostrou-se primeiro aos pequenos e a estes encarregou de levar a notícia aos discípulos. E quando estes chegaram e anunciaram a boa nova da ressurreição, a primeira reação foi a incredulidade, a dureza, o orgulho tomou conta dos corações e não deram crédito a grande notícia.
Jesus apareceu ali no meio deles e os repreendeu por tal situação. E sentado à mesa, conversaram e fez algumas determinações, dentre estas, um mandamento muito importante: “Ide…!
Observamos que este mandamento tem sido prática no seio das igrejas e os povos tem sido alcançados. No entanto, uma vida santa, separada e uma comunhão verdadeira, real são condições indispensáveis.
A Revista Veja (nº 1758 03/07/02) publicou uma reportagem escrita por José Edward, que mostra-nos o avanço dos evangélicos em nossa pátria, vale realçar que a Revista Veja é um veículo que não possui vínculos com a igreja evangélica, portanto, uma matéria isenta, sem paixões denominacionais.
Veja a transcrição de partes desta reportagem do jornalista José Edward:
“O país mais católico do mundo está ficando cada vez mais evangélico. O resultado do censo demográfico no quesito religião, divulgado neste ano, mostra que mais de 15% dos brasileiros – um rebanho de 26 milhões de pessoas – são protestantes. É um porcentual cinco vezes maior que em 1940 e o dobro de 1980. Em estados como Rio de Janeiro e Goiás, o índice supera 20% dos habitantes. No Espírito Santo e em Rondônia, os evangélicos passam de um quarto da população. Esse ritmo indica que metade dos brasileiros poderiam estar convertidos em cinco décadas – um tempo mínimo quando se fala de avanço religioso.
As conseqüências desse crescimento são muitas. Apenas como sinais das alterações a que esse fenômeno pode levar no perfil das famílias brasileiras, vale citar que os evangélicos, mesmo entre os menos escolarizados, têm menor número de filhos que seus vizinhos de outras religiões. Três quartos das mulheres evangélicas casadas usam contraceptivos. Quase 90% dos adeptos de igrejas evangélicas acreditam que a moral sexual do homem e da mulher deve ser igual, e 65% deles preferem casar-se com algum irmão de fé.
Os evangélicos levam a prática da fé a sério. Para começar, muitos evangélicos são convertidos – ou seja, escolheram aderir a uma religião por conta própria. Por isso, tendem a se tornar militantes da causa, envolvendo-se nos cultos e nas atividades comunitárias desenvolvidas em torno dos templos que freqüentam. Segundo o Iser, 80% dos evangélicos dizem participar das cerimônias e das obras sociais com regularidade.
A religiões cristãs não-católicas, como as evangélicas, têm sua origem no começo do século XVI, quando um monge alemão chamado Martinho Lutero se insurgiu contra Roma. No ano de 1517, revoltado com a venda de indulgências pelo papa, Lutero escreveu suas famosas 95 teses, que pregou na porta da catedral de Wittenberg. Foi o estopim da Reforma Protestante, que se tornaria uma das mais profundas transformações sócias da história humana. Com o tempo, do tronco protestante antipapal foram brotando dezenas de denominações. As mais importantes dessas subdivisões, a do pentecostalismo, criada pelo pregador negro americano William Joseph Seymour, foi uma explosão de fé. Hoje há mais pentecostais no mundo do que anglicanos, batistas, luteranos e presbiterianos somados.
Ao proliferarem em todas as camadas sociais, os evangélicos estão produzindo mudanças facilmente detectáveis.
Em todas as variantes do protestantismo, é missão do fiel e de seu pastor espalhar a palavra do Senhor. Em resumo, ele deve converter seu semelhante. Na maioria dos casos, quanto pior o currículo ético desse semelhante, maior será o esforço para salva-lo.
No discurso da maioria dos protestantes, a insegurança, a droga, o alcoolismo, a infidelidade, a vida indigna, o desrespeito, a miséria e todos os eventos ruins que podem atingir uma pessoa compõem as faces diversas de um inferno que se experimenta na terra. Numa troca simples, a igreja evangélica propõe que sua ovelha se afaste do mal e siga um código duro de conduta, oferecendo em troca apoio e reconhecimento por seu sucesso na empreitada.
As igrejas evangélicas, sobretudo as do chamado ramos pentecostal, penetram com enorme velocidade e sem nenhuma burocracia nas comunidades carentes e oferecem um modelo ético em regiões que as autoridades esqueceram e às quais a polícia leva mais medo que segurança.
Já existe até uma revista, a Consumidor Cristão, com tiragem de 20.000 exemplares, lida por evangélicos e recheada de anúncios com linguagem e até produtos específicos para esse público.
Somando tudo – de CDs a bares e instituições de ensino -, o mercador impulsionado pelos protestantes movimentam 3 bilhões de reais por ano e gera pelo menos 2 milhões de empregos. Na área da mídia eletrônica, há um verdadeiro império evangélico país afora. Existem mais de 300 emissoras de rádio evangélicas no Brasil, centenas de sites e pastores dando plantão on-line, na internet.
O Rádio e a TV servem ainda de canal para a transmissão de modelos culturais e de comportamento. Aline Barros, uma cantora de 25 anos, pode ser um nome desconhecido pra quem acompanha as paradas de sucesso. Más já vendeu mais de 1 milhão de CDs de música pop evangélica. Cassiane, com 3 milhões de discos vendidos, é outra grande estrela do gênero.
Há também um grande investimento em educação. A média de leitura dos evangélicos brasileiros gira em torno de seis livros por ano – o dobro da média nacional. As denominações evangélicas administram quase 1.000 escolas no Brasil com uma clientela de 740.000 alunos.
Paradoxalmente, o que mais mudou no Brasil com o crescimento da legião evangélica foi a Igreja Católica. De um lado, surgiu a Renovação Carismática, para revigorar os aspectos místicos e milagrosos da fé. De outro, os padres-cantores saíram atrás de fieis e compradores de CDs. Na mídia, a Igreja fincou uma bandeira em tempo recorde, criando a Rede Vida de rádio e TV, que cobre todo o território nacional. Os resultados, porém, estão longe do esperado. Os católicos falam em crise de vocações. Há sete vezes mais pastores protestantes atuando no Brasil que padres, e na maioria das denominações mais recentes esses ministros são formados em apenas alguns meses. Na prática, eles seguem aquele famoso incentivo: “Crescei e multiplicai-vos”.
Evangélicos sobre o total da população:







15%






9%


6%


3%



1940
1970
1990
2000
Igrejas e seus números:
 
Igrejas:
Universal do Reino de Deus
Internacional Graça de Deus
Renascer Em Cristo
Sara NossaTerra
Fundação
1977
1980
1986
1992
Fiéis em 1991
268.000
100.000
10.000
3.000
Fiéis em 2001
2.000.000
270.000
120.000
150.000
Templos
7.000
900
400
350
Pastores
14.000
1.500
1.000
1.100

Igrejas:
Congregação Cristã Brasil
Assembléia De Deus
Evangelho Quadrangular
Deus é Amor
Fundação
1910
1911
1951
1962
Fiéis em 1991
1.600.000
2.400.000
303.000
170.000
Fiéis em 2001
2.200.000
4.500.000
1.000.000
750.000
Templos
14.300
22.000
6.300
5.000
Pastores
18.700
21.000
12.500
9.000

Igrejas:
Luterana
Presbiteriana
Batista
Adventista
Fundação
1824
1859
1889
1895
Fiéis em 1991
1.000.000
498.000
1.500.000
706.000
Fiéis em 2001
930.000
500.000
1.800.000
1.100.000
Templos
3.108
3.000
10.000
3.235
Pastores
1.550
2.500
10.000
1.500
Música Gospel:
Gravadoras:
96
Artistas e Bandas
1.000
Cds Lançados por mês
5
Faturamento Anual (R$)
200.000.000
Programas Evangélicos na TV ( Hora/Semana )
Ano:
Horas
1975
1
1983
15
1992
45
2001
90
A reportagem realizada pela Revista Veja, focaliza especialmente os números relacionados aos evangélicos (crentes); realmente são animadores e alegra o coração de muitos.
E o Senhor está alegre com esta multidão (26 milhões) de pessoas que declaram-se seus seguidores?
A Igreja Evangélica em muitos casos tem nascido ou estão sendo dirigidas como uma empresa com metas definidas, ganhar novos adeptos e abrir templos e usam todos os recursos de marketing para alcançarem tais objetivos.
E o que vemos? Vemos uma igreja de mãos dadas com o mundo, incorporando práticas e costumes comuns aos considerados ímpios. Nas quais, as ordenanças pregadas pelo Senhor, já não ocupam os primeiros lugares na vida de seus fieis. A santidade e a necessidade de viverem separados do mundo, foram “maquiadas” e a expressão:
“não é bem assim!” tem sido usada como nunca!
“Disse Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras…”  Jo 14.23
“Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?”

Bíblia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Para a visão judaica da Bíblia, veja Tanakh.
Série sobre a
Bíblia
Bible.malmesbury.arp.jpg

Desenvolvimento[Expandir]
Autoria[Expandir]
Interpretação[Expandir]
Pontos de vista[Expandir]
ver • editar
Bíblia (do grego βίβλια, plural de βίβλιον, transl. bíblion, "rolo" ou "livro")1 2 é o texto religioso de valor sagrado para oCristianismo3 4 5 , em que a interpretação religiosa do motivo da existência do homem na Terra sob a perspectivajudaica é narrada por humanos. É considerada pela Igreja como divinamente inspirada2 , sendo que trata-se de um documento doutrinário originalmente compilado pela Igreja Católica para orientação de suas doutrinas. Segundo a tradição, aceita pela maioria dos cristãos, a Bíblia foi escrita por 40 autores, entre 1445 e 450 a.C. (livros do Antigo Testamento) e 45 e 90 d.C. (livros do Novo Testamento), totalizando um período de quase 1600 anos.6 A maioria doshistoriadores acreditam que a data dos primeiros escritos considerados sagrados é bem mais recente: por exemplo, enquanto a tradição cristã coloca Moisés como o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia (Pentateuco), muitos estudiosos aceitam que foram compilados pela primeira vez apenas após o exílio babilônico, a partir de outros textos datados entre o décimo e o quarto século antes de Cristo.7 Muitos estudiosos também afirmam que ela foi escrita por dezenas de pessoas oriundas de diferentes regiões e nações.8
Segundo uma interpretação literal do Gênesis (primeiro livro da Bíblia), o homem foi criado por Deus a partir do ,9após os céus e a terra,10 há oito mil anos, 11 e ganhou a vida após Deus soprar o fôlego da vida em suas narinas.10 12
É o livro mais vendido de todos os tempos13 com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º colocado da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos, O Livro Vermelho.14
Nos Estados Unidos, o único presidente que não fez o juramento de posse com a mão em uma Bíblia foi Theodore Roosevelt, de acordo com os registros oficiais do Architect of the Capitol.15 John Quincy Adams, em sua posse, de acordo com cartas escritas pelo mesmo, colocou a mão em um volume de direito constitucional ao invés da Bíblia para indicar a quem pertencia sua lealdade.15 Não há registros para presidentes anteriores a John Tyler.15

Índice

  [esconder
·         1 Inspiração divina
·         2 Interpretação
·         3 Estrutura interna
·         4 Traduções
·         5 Versões
·         6 Religiões
·         7 Erros e adulterações
·         8 Crítica
·         9 Ver também
·         10 Bibliografia
·         11 Notas
·         12 Referências
·         13 Ligações externas

[editar]Inspiração divina

Simple Labarum2.svg
Bíblia[Expandir]
Fundamentos[Expandir]
Tópicos[Expandir]
v • e
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigos principais: Autores da Bíblia e Inspiração (teologia)
A Bíblia se diz escrita por pessoas sob efeito da inspiração divina.nota 1 2

[editar]Interpretação

Segundo o jornalista David Plotz, da revista online Slate Magazine, até um século atrás, a maioria dosestadunidenses bem instruídos conheciam a Bíblia a fundo.16 Ele também afirma que atualmente, o desconhecimento bíblico é praticamente total entre pessoas não-religiosas.16 Ainda segundo Plotz, mesmo entre os fiéis, a leitura da Bíblia é irregular: a Igreja Católica inclui somente uma pequena parcela do Velho Testamento nas leituras oficiais; os judeus estudam bastante os cinco primeiros livros da Bíblia, mas não se importam muito com o restante; os judeus ortodoxos normalmente passam mais tempo lendo o Talmude ou outra coisa que a Bíblia em si; somente os protestantes evangélicos lêem a Bíblia, frequentemente. 16
A inacessibilidade da Bíblia17 entre a Antiguidade e a Idade Média resultou na criação de diversas narrativas sobre os personagens cristãos, criando acréscimos e distorções.18 A Igreja Católica não permitia que seus fiéis possuíssem exemplares da Bíblia, alegando que estes não teriam nunca a capacidade necessária para interpretá-la, devido à sua complexidade.19 Assim, afirmava que a responsabilidade de ensinar as orientações de Deus era exclusivamente sua.19
Os conflitos entre ciência e religião foram, em parte, ajudados pela interpretação literal da Bíblia.20 Esta não deve ser interpretada como um relato preciso da história da humanidade ou uma descrição perfeita da natureza.20 Galileu Galilei considerava que a Bíblia deveria ser interpretada a partir do estudo da natureza. 21 Os escravocratas basearam-se na parte da Bíblia que conta sobre Noé ter condenado seu filho e seus descendentes à escravidão para justificar religiosamente a escravidão.22
Martinho Lutero considerava que o amor de Cristo era alcançável gratuitamente por meio da Bíblia.19 Foi um dos primeiros teólogos a sugerir que as pessoas deveriam ler e interpretar a Bíblia por si mesmas.17 A maioria das pessoas interpreta a Bíblia por intermédio de seu líder religioso.23
As Testemunhas de Jeová consideram 66 livros como componentes da Bíblia, interpretando-a de forma literal exceto quando o texto evidencia estar em sentido figurado.24 Chamam o Novo Testamento de Escrituras Gregas Cristãs e o Velho Testamento de Escrituras Hebraicas.24 Para o espiritismo a Bíblia é uma das várias referências de compreensão do mundo espiritual (não é a principal).25

[editar]Estrutura interna

A Bíblia atualmente é dividida em dois grandes grupos de livros: o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo Testamento apresenta a história do mundodesde sua criação até os acontecimentos após a volta dos judeus do exílio babilônico, no século IV a.C. O Novo Testamento apresenta a história deJesus Cristo e a pregação de seus ensinamentos, durante sua vida e após sua morte, no século I d.C. (ver: Vida de Cristo)
A Bíblia não era dividida em capítulos até 1227 d.C., quando o professor Sthepen Langton os criou, e não apresentava versículos até ser assim dividida em 1551 por Robert Stephanus2

[editar]Livros do Antigo Testamento

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Antigo Testamento
A quantidade de livros do Antigo Testamento varia de acordo com a religião ou Denominação cristã que o adota: a Bíblia dos cristãos protestantes e oTanakh judaico incluem apenas 39 livros, enquanto a Igreja Católica aceita 46 livros. Os sete livros existentes na Bíblia católica, ausentes da judaica e da protestante são conhecidos como deuterocanônicos para os católicos e apócrifos para os protestantes.
Os livros do Antigo Testamento aceitos por todos os cristãos como sagrados (também chamados "protocanônicos" pela igreja católica) são: Gênesis,Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I Samuel, II Samuel, I Reis, II Reis, I Crônicas, II Crônicas, Esdras, Neemias, Ester, ,Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cânticos dos Cânticos, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas,Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.26
Os deuterocanônicos, aceitos pela Igreja Católica como sagrados são: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque. Estes estão disponíveis na tradução grega do Antigo Testamento, datada do Século I a.C., a Septuaginta.
Segundo a visão protestante, os textos deuterocanônicos (chamados "Livros apócrifos" pelos protestantes) foram, supostamente, escritos entre Malaquias e Mateus, numa época em que segundo o historiador judeu Flávio Josefo, a Revelação Divina havia cessado porque a sucessão dos profetasera inexistente ou imprecisa (ver: Testimonium Flavianum). O parecer de Josefo não é aceito pelos cristãos católicos, ortodoxos e por alguns protestantes, e igualmente pensam assim uma maioria judaica não farisaica, porque Jesus afirma que durou até João Batista, "A lei e os profetas duraram até João"(cf. Lucas 16:16; Mateus 11:13).26

[editar]Livros do Novo Testamento

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Novo Testamento
Através dos séculos, desde o começo da era cristã, e inclusive em alguns contextos, como na Reforma Protestante do século XVI, os textos deuterocanônicos do Novo Testamento foram tão debatidos como os textos deuterocanônicos do Antigo Testamento. Finalmente, os reformistas protestantes decidiram rejeitar todos os textos deuterocanônicos do Antigo Testamento, e aceitar todos os textos deuterocanônicos do Novo Testamento (ver: Apócrifos do Novo Testamento).

[editar]Origem do termo "testamento"

Este vocábulo não se encontra na Bíblia como designação de uma de suas partes. A palavra portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraicaberith (que significa aliança, pacto, convênio, contrato), e designa a aliança que Deus fez com o povo de Israel no Monte Sinai, tal como descrito no livro de Êxodo (Êxodo 24:1-8 e Êxodo 34:10-28). Segundo a própria Bíblia, tendo sido esta aliança quebrada pela infidelidade do povo, Deus prometeu uma nova aliança (Jeremias 31:31-34) que deveria ser ratificada com o sangue de Cristo (Mateus 26:28). Os escritores do Novo Testamento denominam a primeira aliança de antiga (Hebreus 8:13), em contraposição à nova (2 Coríntios 3:6-14).
Os tradutores da Septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso unilateral).27
As respectivas expressões "antiga aliança" e "nova aliança" passaram a designar a coleção dos escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança. As denominações "Antigo Testamento" e "Novo Testamento", para as duas coleções dos livros sagrados, começaram a ser usadas no final do século II, quando os evangelhos e outros escritos apostólicos foram considerados como parte do cânon sagrado. O termo "testamento" surgiu através do latim, quando a primeira versão latina do Velho Testamento grego traduziu diatheke por testamentum . Jerônimo de Estridão, revisando esta versão latina, manteve a palavra testamentum, equivalendo ao hebraico berith — "aliança", "concerto", quando a palavra não tinha essa significação no grego (ver: Vulgata). Afirmam alguns pesquisadores que a palavra grega para "contrato", "aliança" deveria ser suntheke, por traduzir melhor o hebraico berith.27 28

[editar]Traduções

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Tradução da Bíblia
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6c/Genesis_in_a_Tamil_bible_from_1723.jpg/220px-Genesis_in_a_Tamil_bible_from_1723.jpg
http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png
Livro do Gênesis, Bíblia emTamil de 1723.
Eusébio Sofrônio Jerônimo (conhecido como São Jerônimo pelos católicos) traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim, criando a Vulgata.29 19 No Concílio de Trento em 1542, essa versão traduzida foi estabelecida como versão oficial da Bíblia para a Igreja Católica.30 19 Em meados do século XIV o teólogo John Wyclif realizou a tradução da Bíblia para o inglês.31 Após a Reforma Protestante a Bíblia recebeu traduções para diversas línguas e passou a ser distribuída sem restrições para as pessoas.32
Martinho Lutero traduz a Bíblia para a língua alemã 33 enquanto estava escondido em Wittenberg do Papa Leão X, que queria fazer um "julgamento" após a publicação das 95 Teses.19
A grande fonte hebraica para o Antigo Testamento é o chamado Texto Massorético34 . Trata-se do texto hebraico fixado ao longo dos séculos por escolas de copistas, chamados massoretas, que tinham como particularidade um escrúpulo rigoroso na fidelidade da cópia ao original. O trabalho dos massoretas, de cópia e também de vocalização do texto hebraico (que não tem vogais, e que, por esse motivo, ao tornar-se língua morta, necessitou de as indicar por meio de sinais), prolongou-se até ao Século VIII d.C. Pela grande seriedade deste trabalho, e por ter sido feito ao longo de séculos, o texto massorético (sigla TM) é considerado a fonte mais autorizada para o texto hebraico bíblico original34 .
No entanto, outras versões do Antigo Testamento têm importância, e permitem suprir as deficiências do Texto Massorético. É o caso do Pentateuco Samaritano (os samaritanos que eram uma comunidade étnica e religiosa separada dos judeus, que tinham culto e templo próprios, e que só aceitavam como livros sagrados os do Pentateuco), e principalmente a Septuaginta Grega (sigla LXX)35 .
A Versão dos Setenta ou Septuaginta Grega, designa a tradução grega do Antigo Testamento, elaborada entre os séculos IV e II a.C., feita emAlexandria, no Egito. O seu nome deve-se à lenda que dizia ter sido essa tradução um resultado milagroso do trabalho de 70 eruditos judeus, e que pretende exprimir que não só o texto, mas também a tradução, fora inspirada por Deus. A Septuaginta Grega é a mais antiga versão do Antigo Testamento que conhecemos. A sua grande importância provém também do facto de ter sido essa a versão da Bíblia utilizada entre os cristãos, desde o início, versão que continha os Deuterocanônicos, e a que é de maior citação do Novo Testamento, mais do que o Texto Massorético.36 37 .
A Igreja Católica considera como oficiais 73 livros bíblicos (46 do Antigo Testamento e 27 do Novo), sendo 7 livros a mais no Velho Testamento do que das demais religiões cristãs e pelo Judaísmo.2 Já a Bíblia usada pela Igreja Ortodoxa contém 76 livros, 3 a mais que a católica e 10 a mais que a protestante.38

[editar]Número de traduções

De acordo com as Sociedades Bíblicas Unidas, a Bíblia já foi traduzida, até 31 de dezembro de 2007, para pelo menos 2.454 línguas e dialectos. 39 (ver:Traduções da Bíblia em línguas indígenas do Brasil).

[editar]Mundo lusófono

A primeira versão portuguesa da Bíblia surgiu apenas em 1748, a partir da Vulgata Latina,2 traduzida para o português por João Ferreira de Almeida. Almeida faleceu antes de concluir o trabalho, que foi finalizado por colaboradores holandeses.

[editar]Versões

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b0/Gutenberg_Bible.jpg/180px-Gutenberg_Bible.jpg
http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png
Uma cópia da Bíblia de Gutenberg, de propriedade do Congresso dos Estados Unidos.
As diversas igrejas cristãs possuem algumas divergências quanto aos seus cânones sagradosnota 2 . Inclusive protestantes entre protestantesnota 2 .
A Igreja Católica possui 46 livros no Antigo Testamento como parte de seu cânone bíblico40 .Os livros de Livro de Tobias,Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, I Macabeus e II Macabeus e as chamadas Adições em Ester e Adições em Daniel) são considerados "deuterocanônicos" (ou "do segundo cânon") pela Igreja Católica41 . Além disso, existem 27 livros no Novo Testamento40 .
As igrejas cristãs ortodoxas e as outras igrejas orientais, aceitam, além de todos estes já citados, outros dois livros de Esdras, outros dois dos Macabeus, a Oração de Manassés, e alguns capítulos a mais no final do livro dos Salmos (um nas Bíblias das igrejas de tradição grega, cóptica, eslava e bizantina, e cinco nas Bíblias das igrejas de tradição siríaca).nota 3

[editar]Religiões

Os judeus têm o Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio) como importante livro, o qual chamam de Torá (ver: Torá escrita e Torá oral).
O Alcorão, livro mais importante do Islã, possui várias passagens em coincidência com o antigo testamento.
Os Espíritas consideram a Primeira Aliança como um livro histórico, e têm sua doutrina fundamentada no Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

[editar]Erros e adulterações

O padre franciscano Roger Bacon demonstrou que vários textos da Bíblia estavam adulterados.42 . Entretanto, Roger Bacon vivera no século XIII; mas, com as descobertas da biblioteca de Nag Hammadi e dos Manuscritos do Mar Morto (ou Qumram), no século XX, essas dúvidas dissiparam-se e, com o advento das técnicas de crítica textual, hoje a Bíblia está disponível com pelo menos 99% de fidelidade aos originais; sendo que a maioria das discrepâncias presentes nos outros 1% dos trechos são de natureza trivial, i. e., sem relevância. 43
Segundo alguns estudiosos, um erro de tradução da Bíblia é tomar staurós como estaca ou estaca de tortura e, baseando-se nisto, dizer que Jesus foi pregado em uma estaca ao invés de uma cruz.44 Isto pois, na época que se diz ser a da morte de Jesus, o significado da palavra já havia passado a abranger duas estacas cruzadas.44 .

[editar]Crítica

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigos principais: Crítica bíblica e Crítica da Bíblia
A Bíblia gera uma grande polêmica por condenar o ato homossexual, gerando revolta nos homossexuais.45 . Contudo, qualquer que seja o ato declaradopecado pela Bíblia, esta promete o perdão dos pecados ao arrependido, de modo que este é "trazido à condição de não ter nenhuma condenação mais"46 , "não tendo nada pesando contra ele mais" 46
Segundo o jornalista David Plotz, da revista online Slate Magazine, a Bíblia tem muitas passagens difíceis, repulsivas, confusas e entediantes.16 . Entretanto, especialistas em literatura discordam dessa leitura e abordam a beleza da literatura bíblica em artigos acadêmicos. 47 48 49 50
De acordo com o livro How To Read The Bible?, de James Kugel, não há veracidade histórica na Bíblia. 17 . No entanto, autores como o filósofo cristãoWilliam Lane Craig têm opinião diametralmente oposta a essa.51
A versão hebraica da Bíblia não oferece uma orientação clara de como devemos agir. A maioria das pessoas trava contato com a Bíblia por meio de outra pessoa, ficando dependentes da interpretação dada por seu rabino, pastor, professor ou padre.23
De acordo com Mark Twain, a Bíblia retrata Deus como um homem de impulsos maus muito além dos limites humanos, sendo classificada por ele abiografia mais condenável já vista.23 Ainda de acordo com ele, no Antigo Testamento, Deus é mostrado como sendo injusto, mesquinho, cruel e vingativo, punindo crianças inocentes pelos erros de seus pais; punindo pessoas pelos pecados de seus governantes, descontando sua vingança em ovelhas e bezerros inofensivos, como punição por ofensas insignificantes cometidas por seus proprietários.23

[editar]Ver também

·         Antigo Testamento
·         Apócrifos
·         Arqueologia bíblica
·         A Bíblia e a história
·         Bíblia Satânica
·         Cânon Bíblico
·         Cronologia Bíblica
·         Harmonia evangélica
·         Inerrância bíblica
·         Literalismo bíblico
·         Manuscritos do Mar Morto
·         Novo Testamento
·         Revelação divina
·         Tradição
·         Nova Versão Internacional
·         Bíblia Sagrada - Almeida
·         Bíblia Sagrada - Ave Maria

[editar]Bibliografia

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário
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Wikisource
Commons
·         LIMA, Alessandro. O Cânon Bíblico - A Origem da Lista dos Livros Sagrados. São José dos Campos-SP: Editora COMDEUS, 2007.
·         PASQUERO, Fedele. O Mundo da Bíblia, Autores Vários. São Paulo: Paulinas, 1986.
·         ROST, Leonard. Introdução aos Livros Apócrifos e Pseudo-Epígrafos do Antigo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1980.

Notas

1.    O apóstolo Paulo afirma que "toda a Escritura é inspirada por Deus" literalmente, "soprada por Deus", que é a tradução da palavra grega θεοπνευστος,theopneustos] (2 Timóteo 3:16). O apóstolo Pedro diz que "nenhuma profecia foi proferida pela vontade dos homens. Inspirados pelo Espírito Santo é que homens falaram em nome de Deus." (2 Pedro 1:21). O apóstolo Pedro atribui aos escritos de Paulo a mesma autoridade do Antigo Testamento: "E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:15-16).
2.    a b Veja por exemplo em Wikisource-logo.svg "Canon of the New Testament" na edição de 1913 da Catholic Encyclopedia (em inglês)., uma publicação agora em domínio público.. Para uma discussão mais aprofundada, veja o artigo Cânon bíblico
3.    Veja por exemplo, Taylor, Larry A. [The Canon of the Bible The Canon of the Bible] (em inglês). [S.l.: s.n.], 1999.. O artigo «Biblical canon» na Wikipédia eminglês da Wikipedia em inglês contém uma tabela com as diferenças entre as diversas denominações cristãs.

Bíblia: A palavra de Deus

Apesar de ser o livro mais lido e conhecido do mundo, muitas pessoas tem dúvidas sobre aBíblia. Ela de fato é a palavra de Deus? Conheça um pouco deste livro que poderá mudar a sua vida.

O que significa Bíblia?

A palavra Bíblia deriva do grego bíblion, que significa "conjunto de livros". Ao todo são 66 livros, sendo 39 do Antigo Testamento (antiga aliança) e 27 do Novo Testamento (nova aliança).

Quem escreveu a Bíblia?

Aproximadamente 40 homens escreveram os 66 livros da Bíblia, contudo, a Bíblia tem um único autor intelectual que foi o Espírito Santo de Deus. Significa dizer que os autores dos livros não escreveram aquilo que queriam, mas o que Deus queria que eles escrevessem. No Segundo livro de Timóteo, Paulo diz que a Escritura (bíblia) é divinamente inspirada, portanto, ela é a palavra de Deus para o homem.

Quando a Bíblia foi escrita?

Ela foi escrita em um período de aproximadamente 1600 anos. O livro de Gêneses foi escrito por volta de 1445 AC e o Apocalipse por volta de 90 a 96 DC. O livro de Jó tem data incerta, mas acredita-se que ele seja o livro mais antigo da Bíblia.

A Bíblia foi escrita em qual idioma?

O antigo testamento foi escrito em Aramaico e Hebraico, sendo traduzido posteriormente para o grego. O novo testamento foi escrito em grego.

A Bíblia é de fato a palavra de Deus?

John Wesley* fez uma importante declaração a respeito da veracidade da Bíblia. Ele declarou que os homens bons ou os anjos, não podem ser os inventores dela, pois sendo bons eles não poderiam mentir e na Bíblia há inúmeras frases dizendo: "Assim diz o Senhor...", frases que só podem ser de Deus!
Ainda, segundo ele, ela também não pode ser invenção dos demônios ou de pessoas más, já que neste caso, eles estariam escrevendo um livro para condenar eles mesmos.
Por fim, ele conclui que apenas Deus pode ter sido o seu inventor e criador, sendo portanto ela uma obra de Deus, significa que tudo que ali está escrito é a palavra de Deus e a mais absoluta verdade, pois Deus é verdade!

A Bíblia contém erros?

Não. Por ter sido inspirada por Deus, ela não contém erros, falhas ou mentiras.

A Bíblia evangélica é diferente da Bíblia católica?

A Bíblia é única. Contudo, as versões evangélicas contém sete livros a menos que as versões católicas. São eles:  Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria, Eclesiástico.
Estes livros foram considerados pelos judeus da palestina como não sendo inspirados pelo Espírito Santo e por isto os evangélicos os rejeitam como parte da Bíblia. Outro ponto importante é que o Novo Testamento não faz nenhuma referência a estes livros. (veja mais)

Qual o propósito da Bíblia?

Ela é um livro cristológico, isto é, desde o Gêneses ao Apocalipse, tudo aponta para Jesus Cristo. Portanto, é um livro que tem o propósito de apresentar Jesus ao homem.

Existe algo realmente importante na Bíblia para a minha vida?

Ela é o livro mais sábio e completo que existe. É impossível alguém se envolver com o estudo bíblico é não sofrer uma mudança de vida. Milhares e milhares de pessoas, entre elas EU, tiveram suas vidas completamente modificadas com os ensinamentos bíblicos.
E você? Quer conhecê-la? (http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=71)

Como ler a Bíblia?

Antes de ler, faça uma oração. Não sabe orar? Diga simplesmente isto: Senhor, quero conhecer a sua palavra e entender a mensagem que ela tem para a minha vida.
Leia, reflita, medite, analise cuidadosamente, envolva-se.
Tenha absoluta certeza que neste momento o próprio autor da Bíblia estará ao seu lado para te ajudar a compreender aquilo que ele revela apenas aos humildes de coração.
Mateus 11:25 
Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.

E o que a Bíblia diz sobre Jesus?

·         Que Jesus é o filho de Deus;
·         Que  morreu na cruz do calvário, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna;
·         Que voltará para buscar a sua igreja, ou seja, aqueles que o aceitarem como seu Senhor e Salvador;
·         Que voltará também para julgar e condenar ao inferno aqueles que o rejeitarem.
* John Wesley viveu na Inglaterra do século XVIII, liderou um grande avivamento espiritual. Viajou cerca de 400.000 km por todas as partes da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, pregando cerca de 40.000 sermões. Sua influência se estendeu à América do Norte e deixou importantes obras e ensinamentos para a igreja.